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Engenheiro civil dá dicas para quem quer fazer um jardim vertical

Em mundo cada vez mais urbano e cinza surge a necessidade da criação de áreas verdes. No entanto, as casas e apartamento estão cada vez menores e conseguir um cantinho para criar o tão sonhado espaço verde se torna quase impossível. O que muitos não sabem é que pode haver uma solução simples e viável: o jardim vertical.

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Índice do Sistema Cantareira volta a subir com as chuvas de março

A Sabesp informa que a pluviometria no Sistema Cantareira no dia 1º de março foi de 39,2 mm, o equivalente a mais da metade da pluviometria acumulada nessa represa em todo o mês de fevereiro (53,7%). Com isso, foi quebrada uma sequência de quatro meses sem que o sistema aumentasse seu nível. De ontem para hoje, o nível subiu 0,2%, chegando a 16,6%.

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PEC quer reduzir IPTU para quem protege meio ambiente

O estímulo tributário à adoção de práticas responsáveis sob os aspectos ambiental e de sustentabilidade é fundamental para que o Brasil seja competitivo na economia de baixo carbono, preserve seus recursos naturais, reduza o impacto de suas atividades sobre o clima, e promova ciclos sustentáveis de desenvolvimento. Um dos setores econômicos de uso intensivo de recursos naturais, a construção civil, poderá ser ainda mais estimulado a adotar tecnologias aplicadas à sustentabilidade, se for aprovada a Proposta de Emenda Constitucional 306/13 em fase inicial de tramitação, apresentada em 03 de setembro de 2013 na Câmara dos Deputados.

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Sinop: utilização de recursos hídricos para usina custará R$ 1,5 milhão/ano

A empresa que venceu a concessão da Usina Hidrelétrica de Sinop vai pagar pouco mais de R$ 1,5 milhão por ano, ao governo, em compensação pela utilização dos recursos hídricos (rio Teles Pires) para produção de energia. O detalhamento consta no extrato do contrato divulgado pelo Ministério de Minas e Energia no início desta semana, assinado em cerimônia na quarta-feira (26), em Brasília. O pagamento mensal corresponderá a 1/12 do valor total, reajustado anualmente de acordo com a inflação.

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Energia nuclear no Japão

Quase três anos depois do acidente de Fukushima, o Japão tem um projeto de política energética que envolve a reativação das usinas nucleares. Lançado pelo Ministério da Economia, Comércio e Indústria, o projeto destaca a importância do fornecimento de energia para manter a base industrial do país e lembra que, durante a década de 1970, o Japão teve que importar 90% do seu combustível, até que a implantação de usinas nucleares se mostrou uma fonte segura de energia elétrica confiável e de baixa emissão.

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Governo garante R$ 4,3 bilhões para obras em rodovias e social

Após dois anos de severos ajustes nas contas do Estado, o governo Marconi Perillo (PSDB) retomou os investimentos públicos em obras de infraestrutura, considerados os maiores da história em um único mandato em Goiás. Segundo a Secretaria de Gestão e Planejamento (Segplan), estão programados para este um total de R$ 4,3 bilhões em investimentos, com destaque para a construção e reconstrução de estradas, mas também com desenvolvimento social.

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Energia solar não é viável em Cuiabá; termelétricas são 2ª opção no Estado

Mesmo com o tradicional calor de Cuiabá que costurar beirar os 40°, com os raios solares ardendo a pele, a energia solar não é uma opção viável. A situação não é só na Capital, mas se estende para todo o Mato Grosso e o Brasil. A inviabilidade se deve ao custo muito alto das placas denominadas fotovoltaicas responsáveis por transformar os raios em energia. Se deve também ao armazenamento do que foi capturado durante todo o dia, pois as baterias são caras e têm vida útil de apenas 2 anos.

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