Universalizar saneamento básico em SP exige R$ 35 bilhões, diz estudo
Por ano seriam necessários investimentos de R$ 3,89 bilhões.
Por ano seriam necessários investimentos de R$ 3,89 bilhões.
Proposta é aumentar vazão em alguns pontos e reduzir em outros para equilibrar volume de rios e represas utilizadas por São Paulo e Rio de Janeiro
A seca que afeta drasticamente a região Sudeste e acirra a disputa por água entre São Paulo e Rio de Janeiro expõe a fragilidade e o desmonte do Sistema Nacional de Recursos Hídricos no Brasil, associada à incapacidade da Agência Nacional de Águas para promover a gestão compartilhada da água, dirimir conflitos e garantir o acesso à população.
Ainda nesta semana, a Agência Nacional de Águas (ANA) deverá reunir as geradoras do Rio de Janeiro e São Paulo, Light e Cesp, respectivamente, para tratar do uso das águas do rio Jaguari, que atende às duas empresas e também às cidades do Rio de Janeiro e São Paulo. O diretor-geral do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), Hermes Chipp, disse que gostaria que o encontro ocorresse "amanhã", mas ele não soube precisar exatamente a data da reunião.
Escassez atingirá 26 cidades, se for mantida redução da vazão de afluente do Paraíba do Sul
Comandado por Hermes Chipp, o Operador Nacional do Sistema Elétrico, um órgão federal, emitiu nesta última terça-feira uma dura nota contra a Cesp e o governo de São Paul
Além da capital, outros 25 municípios fluminenses podem ser atingidos, segundo a Agência Nacional de Águas (ANA). O Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) vê colapso em Bacia do Paraíba do Sul devido à decisão de São Paulo de não aumentar a vazão do Rio Jaguari
Guerra que agora opõe São Paulo a Rio já motivou processo em cidades de Minas
Mais de 2,392 bilhões de litros de água: essa é a quantidade diária “perdida” pelo Sistema Cantareira para abastecer quase 14 milhões de pessoas na região de Campinas e na Grande São Paulo.
O candidato do PT ao governo de São Paulo, Alexandre Padilha, divulgou um plano de R$ 13 bilhões em investimentos, caso seja eleito, para combater a crise de água do Estado. Seriam R$ 5 bilhões de obras emergenciais e estruturantes e R$ 8 bilhões para manutenção e redução de perdas em quatro anos.