Brasil pode gerar entre 15 e 22 bilhões de litros de chorume por ano
A disposição de resíduos sólidos urbanos em aterros sanitários produz um dos efluentes mais complexos do saneamento ambiental: o lixiviado, popularmente conhecido como chorume.
A disposição de resíduos sólidos urbanos em aterros sanitários produz um dos efluentes mais complexos do saneamento ambiental: o lixiviado, popularmente conhecido como chorume.
O artigo científico “Impact assessment of concentrate recirculation on the landfill gas production”, de autoria de Nikola M. Džolev e Goran V. Vujić, foi publicado em 2016 no periódico internacional Thermal Science, volume 20, nº 4, páginas 1283–1294, com DOI 10.2298/TSCI160401137D.
Ordem de serviço libera contrato com empresa especializada em biorremediação enquanto município mantém, por decisão judicial, envio temporário do efluente à ETE da Saneago.
Pioneira no Nordeste, Maceió agora conta com uma tecnologia revolucionária.
A mediação será de Waldyr Ramos, da AST Ambiente. O debate discutirá tecnologias, políticas e perspectivas para a gestão sustentável do chorume no país.
Diariamente, um adversário insidioso e muitas vezes ignorado emerge silenciosamente de nossos resíduos, tecendo uma rede de contaminação que ameaça rios, lagos, aquíferos e até a água que chega às nossas casas.
Segundo Walter, o chorume – tecnicamente chamado de lixiviado – é um dos efluentes mais tóxicos produzidos pela sociedade.
Durante a cobertura da IFAT Brasil, o Portal Saneamento Básico conversou com Walter Plácido, da AST, empresa referência nacional no tratamento de chorume de aterros sanitários.
Em aterros para RNP e exclusivamente com o intuito de promover o processo de degradação biológica dos resíduos, é permitida a humificação dos mesmos.
O chorume possui alta concentração alta concentração de matéria orgânica, de nitrogênio e de nitrogênio amoniacal.