Fundo garante Estação de Tratamento de Esgoto, caso PAC atrase
Durante assinatura do contrato, prefeito revelou desejo de entregar a Estação ainda em 2016, último ano de seu governo
Durante assinatura do contrato, prefeito revelou desejo de entregar a Estação ainda em 2016, último ano de seu governo
Iniciativa beneficia, cidades que buscam licença prévia para acessar recursos para financiar ETEs
Na Zona de Expansão da capital, o cenário não é diferente: escavadeiras, operários e tubulações pouco a pouco transformam a rotina dos moradores. Com esgotamento e drenagem, além dos ganhos para a saúde, os residentes têm os imóveis valorizados.
Inaugurada há menos de um ano, estação da Serraria trata 50% do esgoto da Capital. Obra do Programa Integrado Socioambiental para despoluir o Guaíba contabiliza avanços, mas funcionamento pleno só é previsto para 2028.
Qualquer pessoa com noções básicas de recursos hídricos sabe que tão importante quanto ter água em quantidade é ter água em qualidade.
Diário Oficial mostra que Concessionária está preocupada com o impacto ambiental de suas obras
A Companhia Riograndense de Saneamento (Corsan) inaugura, na quinta-feira (11), a Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) de Esteio.
Com investimentos de R$ 4 milhões, a Copasa deu início no último mês de outubro às operações da Estação de Tratamento de Esgotos (ETE) em Minas Novas, no Vale do Jequitinhonha. A ação vai contribuir para a despoluição do Rio Fanado e garantir mais qualidade de vida à população. Inicialmente, a ETE de Minas Novas trata 56% do esgoto coletado na região urbana da cidade.
Ranking do Saneamento, divulgado pelo Instituto Trata Brasil, mostra São Luís na 79ª posição entre as cem melhores cidades do País. Das capitais, todas das regiões Norte e Nordeste, São Luís ganha de Aracaju (SE), na 80ª posição; Natal (RN), 81ª; Manaus (AM), 82ª; Teresina, 89ª; Macapá, 96ª; Belém (PA), 97ª; e Porto Velho (RO), 100ª. As dez melhores cidades do Brasil, em saneamento, são Franca (SP), 2 Maringá (PR), Limeira (SP), Santos (SP), Jundiaí (SP), Uberlândia (MG), São José dos Campos (SP), Sorocaba (SP), Curitiba (PR) e Ribeirão Preto (SP)
No Estado de São Paulo, há mais de 4,5 mil áreas contaminadas por produtos tóxicos, com aumento de 10% entre 2012 e 2013, de acordo com dados da Cetesb, agência ambiental paulista. Em três de cada quatro pontos cadastrados na lista, a poluição do solo é causada por postos de combustíveis. O aperto das normas ambientais contra o principal vilão aqueceu nos últimos anos a oferta de soluções para sanar o problema acumulado por décadas, abrindo janela para o mercado de produtos biotecnológicos que intensificam processos já existentes na natureza com objetivo de degradar derivados do petróleo de forma mais rápida e eficiente.