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O saneamento e a hipocrisia ambiental

Enquanto redijo este texto, Minas Gerais conduz a etapa decisiva da desestatização da Copasa, operação que pode movimentar de R$ 8 a R$ 10 bilhões. O modelo segue o trilho aberto pelo Rio Grande do Sul com a Corsan e por São Paulo com a Sabesp: oferta a um investidor de referência, modernização de contratos com municípios titulares e ancoragem nas metas do Novo Marco do Saneamento.

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Marco do saneamento: a revolução silenciosa na infraestrutura

Durante décadas, debater a infraestrutura brasileira significava concentrar atenções na matriz energética, na malha rodoviária ou na eficiência logística de portos e aeroportos. O saneamento básico – o acesso à água tratada e a gestão de efluentes – permanecia relegado a uma pauta operacional de baixa visibilidade técnica.

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O processo de privatização da Copasa é robusto?

Ao final da desestatização da Copasa, surgiram críticas à "robustez" do modelo. Cito algumas: falta de previsão contratual suficiente de metas de universalização e qualidade; ausência de disciplina para áreas socialmente sensíveis; falta de transparência e açodamento na renegociação com os municípios e na regionalização; e erro no modelo de precificação das ações.

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Municípios do Alto e Baixo Paranapanema/SP receberão R$ 524 milhões para ampliar redes de água e esgoto até 2029

A região do Alto e Baixo Paranapanema receberá investimentos de cerca de R$ 524 milhões para ampliar os serviços de saneamento em 34 municípios até 2029. Os recursos vão reforçar os sistemas de abastecimento de água e de esgoto, com a implantação de novas estruturas operacionais.

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