O Brasil vai entregar o saneamento prometido?
Desafios para a universalização até 2033 Seis anos após a aprovação do Marco Legal do Saneamento Básico, o Brasil registra avanços importantes na atração de investimentos. Também houve avanços em…
Desafios para a universalização até 2033 Seis anos após a aprovação do Marco Legal do Saneamento Básico, o Brasil registra avanços importantes na atração de investimentos. Também houve avanços em…
O acesso pleno aos serviços de água, coleta e tratamento de esgoto na Amazônia Legal pode gerar R$ 330,1 bilhões em benefícios líquidos entre 2024 e 2040.
A crise global do saneamento não é mais uma questão de escassez de capital. É uma questão de quem consegue estruturar um acordo que realmente se concretize — e as economias emergentes estão escrevendo o manual.
A Ambiental MS Pantanal passou em 2,7% a meta de rede do ano, mas as 3,5 mil ligações domiciliares apenas empataram com o previsto. A empresa não informa quando a cobertura chega aos 98% anunciados.
Sanepar já implantou 9,5 quilômetros de novas redes de distribuição de água. E um novo reservatório, com capacidade de 1,4 milhão de litros, está em fase de testes.
Universalizar o acesso à água e ao esgoto exige planejamento de longo prazo e soluções que ultrapassem os limites de cada cidade.
Recursos destinados a dez municípios fortalecem os sistemas de água e esgoto. Mais de 390 mil pessoas passaram a contar com tratamento de esgoto desde 2024.
O investimento em capital na infraestrutura de água e saneamento é, em sua essência, um problema de decisão. Quanto gastar. Onde gastar. Qual tecnologia usar.
O saneamento brasileiro precisa de bilhões em investimentos para avançar rumo à universalização. Mas, diante de juros elevados, maior endividamento e novas incertezas regulatórias e tributárias, uma pergunta se torna cada vez mais importante: quem vai financiar a segunda metade desse caminho?
O modelo de estações móveis de tratamento de esgoto, apresentado pela Corsan como uma forma de acelerar o saneamento no Rio Grande do Sul, começa a se espalhar pelo Estado. Depois da unidade pioneira em Barra do Quaraí, na Fronteira Oeste, já em operação, a Companhia avança com a implantação de estações em Horizontina, São Luiz Gonzaga, Frederico Westphalen e Serafina Corrêa.