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Como as Concessionárias Brasileiras Podem Usar o Projeto Generativo para Otimizar a Alocação de CAPEX Transcend

Como as Concessionárias Brasileiras Podem Usar o Projeto Generativo para Otimizar a Alocação de CAPEX | Transcend

O investimento em capital na infraestrutura de água e saneamento é, em sua essência, um problema de decisão. Quanto gastar. Onde gastar. Qual tecnologia usar.

Como fasetar o investimento ao longo do tempo e da geografia. Quais trade-offs aceitar entre custo, desempenho e risco. E como tomar todas essas decisões sob condições de significativa incerteza, com prazos regulatórios, requisitos de investidores e necessidades comunitárias pressionando simultaneamente.

Para concessionárias e operadoras brasileiras operando sob as metas de universalização de 2033, essas decisões estão sendo tomadas em escala e ritmo sem precedentes.

Além disso, com 33 milhões de brasileiros ainda sem acesso a água e 80 milhões sem tratamento de esgoto, o programa de investimento necessário para fechar essas lacunas é imenso. A Roland Berger estima uma necessidade de investimento de BRL 550 bilhões ao longo da década, com os níveis atuais de investimento precisando dobrar para cumprir o prazo de 2033.

Acertar na alocação de CAPEX, evitando investimentos encalhados, instalações superespecificadas e escolhas tecnológicas que não envelhecem bem, não é apenas operacionalmente importante. É financeiramente crítico.

O projeto generativo está emergindo como uma das ferramentas mais poderosas disponíveis para concessionárias para melhorar a qualidade das decisões de CAPEX. Não porque seja uma ferramenta financeira, mas porque traz precisão de engenharia ao estágio do processo de planejamento onde as escolhas de investimento são realmente feitas.

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Onde o Desperdício de CAPEX Acontece

A fonte mais comum de desperdício não é má execução. É má especificação nos estágios iniciais do desenvolvimento do projeto. Instalações superdimensionadas em relação à demanda real. Configurações de tratamento que são tecnicamente corretas, mas não ideais para as condições locais.

Ademais, layouts de site que criam complexidade civil desnecessária. Escolhas tecnológicas que são familiares em vez de adequadas ao propósito. Essas decisões são tomadas no estágio de design conceitual e preliminar, quando os dados de engenharia são escassos e a pressão de tempo é alta. Uma vez tomadas, são caras de reverter.

Uma segunda fonte de desperdício é opções insuficientes. A maioria das concessionárias, sob restrições de tempo e recursos, avalia um pequeno número de alternativas de design antes de se comprometer com uma opção preferida. A alternativa escolhida não é necessariamente a melhor disponível. Muitas vezes é simplesmente aquela que podia ser avaliada dentro do tempo e orçamento disponíveis.


Como o Projeto Generativo Muda a Equação

O projeto generativo resolve todas as três fontes de desperdício de CAPEX diretamente, permitindo que as equipes de planejamento avaliem mais opções, mais rápido, com maior precisão de engenharia, do que os métodos manuais permitem.

No front de opções, plataformas como o Transcend Design Generator podem explorar 18 cenários alternativos de design em aproximadamente 40 minutos, de acordo com a experiência da SABESP. Ademais, cada cenário produz resultados de qualidade de engenharia: diagramas de fluxo de processo, listas de equipamentos, quantidades civis, estimativas de CAPEX e OPEX, dados de pegada de carbono e análise de pegada de terra.

Isso não é estimativa de nível de planejamento. É engenharia preliminar em velocidade de planejamento, com o nível de profundidade analítica necessária para tomar decisões de investimento genuínas.


Um Exemplo do Mundo Real: BRK Ambiental

O valor do projeto generativo para otimização de CAPEX não é teórico. A adoção do TDG pela BRK Ambiental produziu resultados documentados e mensuráveis. A empresa reduziu os custos de design conceitual em 80% e comprimiu os cronogramas de design de dois meses para uma semana.

Criticamente, isso não foi apenas uma melhoria de produtividade. Foi uma melhoria de qualidade: a equipe de engenharia da BRK descobriu que a lógica de design automatizada do TDG, aplicada de forma consistente entre projetos, produzia resultados mais rigorosos do que designs gerados manualmente que variavam com base no julgamento individual do engenheiro e na disponibilidade de tempo.

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CAPEX, OPEX e a Perspectiva do Custo Total de Vida

Uma dimensão da otimização de CAPEX que é frequentemente subponderada no planejamento tradicional é a relação entre o custo de capital e o custo operacional total de vida.

Uma tecnologia ou configuração que parece menos cara no ponto de construção pode carregar custos mais altos de energia, químicos ou manutenção ao longo da vida útil de 30 anos de uma instalação.

Além disso, plataformas de projeto generativo que modelam simultaneamente CAPEX e OPEX permitem que as concessionárias avaliem opções de design em uma base de custo total de vida desde os estágios mais iniciais do planejamento.

Isso muda a decisão de investimento de uma questão sobre quanto algo custa para construir, para uma questão sobre quanto custa construir e operar ao longo da vida operacional completa da instalação, um enquadramento muito mais financeiramente significativo para decisões de alocação de capital.

Por fim, para operadoras brasileiras que respondem a investidores ao longo de períodos de concessão de 25 a 35 anos, a perspectiva do custo total de vida não é apenas analiticamente preferível. É comercialmente essencial.

Fonte: Transcend 

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