saneamento basico
biomassa

Bahia quer mapear potencial energético da biomassa e dos resíduos

Estado quer continuar na liderando a geração de energia renovável

O secretário de Infraestrutura do Estado da Bahia, Marcus Cavalcanti, disse que lançou um desafio para o Senai Cimatec para mapear o potencial energético da biomassa no agronegócio e dos resíduos em aterros sanitários, tanto para produção de eletricidade como de biogás.

“Lancei um desafio ao Senai Cimatec para que trabalhem em um mapa de capacidade de geração de biomassa e na área de aterro e resíduos, tanto para produção de energia como de biogás”, disse o representante do governo da Bahia.

O secretário lembrou que, no início do setor eólico, o Estado adotou uma postura agressiva no segmento de energia, criando padrões de regularização fundiária e de licenciamento ambiental, além de adotar incentivos fiscais, para atrair a indústria eólica para a região. Hoje a Bahia é segundo estado com maior capacidade eólica instalada, com 4 GW instalados e mais 2 GW contratados. “A Bahia quer continuar liderando a geração das fontes renováveis”, afirmou Cavalcanti.

Investimento

O CEO da Eolus Consultoria, Raphael Valverde, disse que “a energia renovável é um verdadeiro pré-sal no Nordeste”, com mais de R$ 25 bilhões investidos desde 2009 e mais de R$ 10 bilhões previstos para serem investidos no curto prazo. “Se somarmos tudo que está cadastrado na Empresa de Pesquisa Energética, são mais de R$ 50 bilhões de investimento em energia renovável, que depende apenas da retomada da economia”, afirmou.

Fonte: Biomassa e energia.

Últimas Notícias:
Consulta pública para primeiro Plano Estadual de Combate ao Lixo no Mar segue aberta

Consulta pública para primeiro Plano Estadual de Combate ao Lixo no Mar segue aberta

A poluição por lixo no mar é uma das formas mais visíveis e preocupantes de degradação ambiental da atualidade. Além de impactar os ecossistemas, ela também gera prejuízos econômicos relevantes, especialmente para setores como turismo, pesca e navegação. Estima-se que cada tonelada de lixo no oceano reduza em cerca de R$ 165.000 o valor dos serviços ecossistêmicos marinhos, e que a poluição por plásticos resulte em custos globais de até R$ 12,5 bilhões por ano.

Leia mais »