saneamento basico
central-reciclagem

Central de Reciclagem de Campo Bom/RS terá nova sede

O antigo prédio não comporta mais a demanda diária de processamento

Passando por obras de reformulação, a Central Municipal de Triagem e Reciclagem de Resíduos Sólidos Urbanos, de Campo Bom, terá uma nova sede. O antigo prédio, com capacidade para processamento de 20 toneladas por dia, não comporta mais a demanda diária que é de 40 toneladas.

Segundo o prefeito Luciano Orsi, a obra prevê melhorias como a cobertura do pátio de recebimento dos materiais, onde o lixo fica armazenado antes da triagem, e da estação de transbordo, onde o rejeito fica armazenado em contêineres até o transporte para disposição final, passando a atender as exigências legais da FEPAM para operação. Os investimentos somam mais de R$ 599 mil, provenientes do FUNDEMA/Livre.

“Temos a necessidade de regularizar a estrutura da central de triagem pois, desde 2013, o município recebeu diversas multas por não dispor de cobertura adequada na área de recebimento dos resíduos. Em 2017, realizamos os diagnósticos e a elaboração dos projetos e, em 2018, conseguimos aprovar as propostas e regularizar o licenciamento junto a Fepam. Agora, com a construção dos novos prédios teremos estrutura para retomar a condição de município modelo na gestão de resíduos, dando ainda melhores condições para os trabalhadores que utilizam a área”, destaca Orsi.

Leia também: Reciclagem das garrafas pet

O novo projeto

Após a conclusão da obra um novo projeto se inicia, relacionado à aquisição de equipamentos para melhorar os processos tecnológicos na triagem e beneficiamento dos materiais, aumentando o percentual de reciclagem e, assim, diminuindo a quantidade de rejeito destinado para o aterro sanitário. “Cada tonelada de material reciclado representa uma economia de R$ 160 em disposição final, sem contar as despesas e o impacto ambiental do transporte dos rejeitos até o aterro”, complementa Orsi.

Fonte: Correio do povo.

Últimas Notícias:
Governo de Minas Gerais levanta R$ 8,4 bi com privatização da Copasa (1)

Enquanto a Espanha passa anos debatendo sem chegar a uma decisão, a França dá um exemplo ao transformar estações de tratamento em uma reserva estratégica para fortalecer os reservatórios

A escassez hídrica exige soluções inovadoras e eficientes em todo o continente europeu. Diante da crise atual, o território francês adota medidas avançadas para reaproveitar recursos hídricos descartados, mitigando os impactos severos da falta de água e garantindo o abastecimento seguro da população.

Leia mais »
Novas tecnologias ampliam tratamento de esgoto em estação que atende moradores das zonas norte e leste de São Paulo

Novas tecnologias ampliam tratamento de esgoto em estação que atende moradores das zonas norte e leste de São Paulo

São Paulo, 11 de junho de 2026 – A Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) Parque Novo Mundo, na capital paulista. Passa por um “upgrade tecnológico” que contribuirá com a ampliação do tratamento em 148% – de 2,5 milhões para 6,2 milhões de litros por segundo. Com novos equipamentos e processos, a ETE, inaugurada há 28 anos, poderá crescer sem aumentar a área de 190 mil metros quadrados que ocupa na zona norte de São Paulo, uma das mais adensadas da capital.

Leia mais »