saneamento basico

Comlurb multa 302 pessoas e recolhe 5,5 t de lixo durante desfiles de blocos no Rio

O primeiro dia da Operação Carnaval da Comlurb, no sábado (4), deixou um saldo de 302 pessoas multadas por jogar lixo ou por urinar nas ruas, além de de 5,5 toneladas de resíduos recolhidos após a passagem dos blocos.

Segundo a companhia de limpeza, 203 foliões foram flagrados jogando lixo em vias públicas pelos fiscais do Programa Lixo Zero, e multados em R$ 200 cada. Outras 99 pessoas foram autuadas por urinar nas ruas, sendo oito turistas estrangeiros, e terão que pagar R$ 548.

Para a Operação Carnaval, a Comlurb mobiliza até mil garis por dia, além de cinco mil contêineres, 90 sopradores, 20 vaporizadores e 50 veículos, de minivarredeiras a caminhões compactadores e pipa d’água, para garantir a limpeza das vias após os desfiles – só no sábado (4), 16 blocos tomaram as ruas.

As equipes de limpeza atuam até a dispersão do bloco, quando realizam a varrição, a remoção dos resíduos e a lavagem das ruas e calçadas. Ao longo de todo o trajeto são instalados contêineres para garantir que o folião tenha local adequado para jogar seu lixo, evitando multas e colaborando com a limpeza.

No ensaio da Banda de Ipanema, foi recolhida 1,2 tonelada de lixo, enquanto no desfile do Larga a Onça, Alfredo!, em Laranjeiras, o montante chegou a 2 toneladas. Na Liga dos Blocos e Bandas da Zona Portuária a Comlurb removeu 770 quilos de resíduos, além de 1,4 tonelada durante a passagem d’Os 20 de Ouro, na Ilha do Governador, e outros 160 quilos de lixo no Seu Kuka, no Grajaú.

Fonte: G1

Últimas Notícias:
Integração de sistemas no saneamento o risco operacional que começa na desorganização dos dados EOS Systems

Integração de sistemas no saneamento: o risco operacional que começa na desorganização dos dados | EOS Systems

No setor de saneamento, a falta de integração entre sistemas não é apenas um problema de TI; é um risco operacional sistêmico. Quando o sistema comercial (faturamento) não se comunica com o operacional (telemetria/GIS) e ambos ignoram o fiscal (ERP), a operação da concessionária entra em um ciclo de desorganização de dados, onde a informação se torna incompleta e a tomada de decisão perde efetividade.

Leia mais »
Novo marco legal do saneamento fracasso ou limites estruturais

Novo marco legal do saneamento: fracasso ou limites estruturais?

Nos últimos meses, uma sequência de notícias sobre concessões esvaziadas, revisões de modelagens e redução do interesse privado em projetos de saneamento reacendeu um debate incômodo. O novo marco legal do setor (Lei 14.026/2020) estaria falhando em sua principal promessa: a universalização dos serviços até 2033?

Leia mais »