saneamento basico

Cronograma para Plano de Resíduos Sólidos é anunciado no RJ

O cronograma do Plano de Gestão Integrada de Resíduos Sólidos de Teresópolis, na Região Serrana do Rio, foi apresentado na quarta-feira (24) para o Conselho Municipal de Defesa do Meio Ambiente. A empresa selecionada através de licitação para desenvolver o documento terá um prazo de 10 meses, a partir deste mês, para entregar o projeto que será custeado com recursos da Agevap (Associação Pró-Gestão das Águas da Bacia Hidrográfica do Rio Paraíba do Sul).

O cronograma de produção do Plano de Gestão Integrada de Resíduos Sólidos engloba três etapas: diagnóstico, prognóstico e institucionalização, com realização de duas oficinas e de uma audiência pública para que a população possa opinar sobre o assunto. Uma equipe técnica da Prefeitura, formada por diversas secretarias, irá acompanhar todo o processo.

“Esse trabalho vai complementar o plano de saneamento de Teresópolis, que engloba drenagem urbana e tratamento de água e de esgoto. Já estamos providenciando as documentações necessárias para auxiliar nesse diagnóstico, como os levantamentos sobre a coleta seletiva e o aterro sanitário do município”, pontuou o subsecretário de Meio Ambiente e coordenador da equipe técnica da PMT, Leandro Coutinho.

“Já tivemos reuniões com a Secretaria de Meio Ambiente, nas quais solicitamos dados importantes para a produção do diagnóstico. Teremos ainda encontros com técnicos que trabalham na gestão dos resíduos sólidos e também com representantes da sociedade civil”, ressaltou o engenheiro sanitarista e ambiental da empresa Alto Uruguai, Robson Resende, pontuando a importância da participação popular na elaboração do projeto.

O engenheiro explicou que, em seguida, será montado o prognóstico do documento no qual são elencados os programas, projetos e ações a serem implementados para que sejam atingidos os objetivos da Política Nacional de Resíduos Sólidos, bem como as metas para o segmento para os próximos 20 anos. Finalizada esta etapa, é iniciada institucionalização do plano, na qual o texto é aprovado pelos grupos de trabalho e encaminhado para votação e aprovação na Câmara Municipal de Vereadores.

 

 
Fonte: G1

Últimas Notícias:
Integração de sistemas no saneamento o risco operacional que começa na desorganização dos dados EOS Systems

Integração de sistemas no saneamento: o risco operacional que começa na desorganização dos dados | EOS Systems

No setor de saneamento, a falta de integração entre sistemas não é apenas um problema de TI; é um risco operacional sistêmico. Quando o sistema comercial (faturamento) não se comunica com o operacional (telemetria/GIS) e ambos ignoram o fiscal (ERP), a operação da concessionária entra em um ciclo de desorganização de dados, onde a informação se torna incompleta e a tomada de decisão perde efetividade.

Leia mais »
Novo marco legal do saneamento fracasso ou limites estruturais

Novo marco legal do saneamento: fracasso ou limites estruturais?

Nos últimos meses, uma sequência de notícias sobre concessões esvaziadas, revisões de modelagens e redução do interesse privado em projetos de saneamento reacendeu um debate incômodo. O novo marco legal do setor (Lei 14.026/2020) estaria falhando em sua principal promessa: a universalização dos serviços até 2033?

Leia mais »
O processo de privatização da Copasa é robusto

O processo de privatização da Copasa é robusto?

Ao final da desestatização da Copasa, surgiram críticas à “robustez” do modelo. Cito algumas: falta de previsão contratual suficiente de metas de universalização e qualidade; ausência de disciplina para áreas socialmente sensíveis; falta de transparência e açodamento na renegociação com os municípios e na regionalização; e erro no modelo de precificação das ações.

Leia mais »