saneamento basico

Estação de Tratamento de Esgoto operada pela BRK Ambiental, conquista certificação ISO 14001

A Estação de Tratamento de Esgoto Peixinhos localizada em Olinda recebeu a  Certificação ISO 14001

Sustentabilidade e responsabilidade socioambiental são termos comuns no ambiente de trabalho da BRK Ambiental. Em maio de 2017, a Estação de Tratamento de Esgoto Peixinhos (ETEX-01), em Olinda, passou por um processo de auditoria realizado pela ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas), a qual lhe concedeu a Certificação ISO 14001.

A ISO 14001 é uma norma reconhecida internacionalmente, no que tange a padrão de qualidade, e que garante que a empresa possua um Sistema de Gestão Ambiental (SGA) e que, portanto, atue corretamente para a preservação do meio ambiente em todas as etapas do seu negócio ou em atividades associadas a ele.

brk-ambPara obter a Certificação, a BRK AMBIENTAL apresentou evidências de todos os processos que envolvem as ações desenvolvidas pela empresa no que diz respeito ao cuidado com o meio ambiente – do atendimento à  Política de Meio Ambiente até a eficiência dos controles operacionais.

O compromisso com o desenvolvimento sustentável, assumido pela empresa, leva os funcionários a trabalharem objetivando uma melhoria contínua e a proteção do meio ambiente.

Para a BRK Ambiental, obter a Certificação ISO 14001 é o reconhecimento de um trabalho que exigiu muito esforço e o comprometimento de todos. “O nosso grande diferencial foram as pessoas. Mais uma vez mostramos tudo o que somos, tudo em que acreditamos e tudo o que construímos. Contudo, os desafios não acabam agora, apenas começamos uma nova etapa para a manutenção dessa importante conquista”, aponta o gerente de Sustentabilidade Ricardo Marinho.

Sobre a BRK Ambiental

A BRK Ambiental é a maior empresa privada de saneamento do país e está presente em mais de 180 municípios brasileiros, beneficiando a vida de 15 milhões de pessoas. Além de desenvolver soluções para preservar os recursos naturais e melhorar a qualidade de vida dos moradores das cidades em que se faz presente, a companhia opera plantas de tratamento de resíduos e água para operações industriais.

 

Fonte: Fernando Rubinowww.cdn.com.br

Últimas Notícias:
Integração de sistemas no saneamento o risco operacional que começa na desorganização dos dados EOS Systems

Integração de sistemas no saneamento: o risco operacional que começa na desorganização dos dados | EOS Systems

No setor de saneamento, a falta de integração entre sistemas não é apenas um problema de TI; é um risco operacional sistêmico. Quando o sistema comercial (faturamento) não se comunica com o operacional (telemetria/GIS) e ambos ignoram o fiscal (ERP), a operação da concessionária entra em um ciclo de desorganização de dados, onde a informação se torna incompleta e a tomada de decisão perde efetividade.

Leia mais »
Novo marco legal do saneamento fracasso ou limites estruturais

Novo marco legal do saneamento: fracasso ou limites estruturais?

Nos últimos meses, uma sequência de notícias sobre concessões esvaziadas, revisões de modelagens e redução do interesse privado em projetos de saneamento reacendeu um debate incômodo. O novo marco legal do setor (Lei 14.026/2020) estaria falhando em sua principal promessa: a universalização dos serviços até 2033?

Leia mais »
O processo de privatização da Copasa é robusto

O processo de privatização da Copasa é robusto?

Ao final da desestatização da Copasa, surgiram críticas à “robustez” do modelo. Cito algumas: falta de previsão contratual suficiente de metas de universalização e qualidade; ausência de disciplina para áreas socialmente sensíveis; falta de transparência e açodamento na renegociação com os municípios e na regionalização; e erro no modelo de precificação das ações.

Leia mais »