saneamento basico

Fornecimento de água é reestabelecido por Caesa após ato de vandalismo em Jari

A Companhia de Água e Esgoto do Amapá (Caesa) já reestabeleceu o fornecimento no município de Laranjal do Jari, no Sul do Estado, que havia sido interrompido desde a última sexta-feira, 4, após desperdício criminoso de um dos produtos utilizados para tratar o líquido.

Aproximadamente 5 mil litros de sulfato de alumínio foram jogados fora na área da estação de tratamento do município. Apesar do ocorrido, o serviço de abastecimento já está normalizado.

A diretora-presidente da CAESA, Patrícia Brito, contou que os técnicos tiveram que montar um plano emergencial para que o abastecimento fosse reestabelecido. “Para que os problemas não se agravassem tivemos que contar com o apoio do sistema de abastecimento de água do município de Vitória do Jari, que disponibilizou o produto de tratamento da água até que a reserva de Macapá chegasse em Laranjal”, explicou a diretora.

Segundo ela, a Polícia Civil abriu um inquérito para apurar o ato de vandalismo. “O código penal, em seu artigo 265, prevê pena de reclusão, de 1 a 5 anos, e multa para aquele que atentar contra o funcionamento do serviço de abastecimento de água e, mediante a situação, nós vamos tomar as providências necessárias para que o responsável seja punido e para que isso não possa acontecer novamente”, afirmou.

A Companhia de Água e Esgoto do Estado Amapá informou que também foram acionados técnicos da Secretaria de Estado do Meio Ambiente (Sema) para averiguar se o produto contaminou a área onde foi estraviado.

 
Fonte: JDia

Últimas Notícias:
Integração de sistemas no saneamento o risco operacional que começa na desorganização dos dados EOS Systems

Integração de sistemas no saneamento: o risco operacional que começa na desorganização dos dados | EOS Systems

No setor de saneamento, a falta de integração entre sistemas não é apenas um problema de TI; é um risco operacional sistêmico. Quando o sistema comercial (faturamento) não se comunica com o operacional (telemetria/GIS) e ambos ignoram o fiscal (ERP), a operação da concessionária entra em um ciclo de desorganização de dados, onde a informação se torna incompleta e a tomada de decisão perde efetividade.

Leia mais »
Novo marco legal do saneamento fracasso ou limites estruturais

Novo marco legal do saneamento: fracasso ou limites estruturais?

Nos últimos meses, uma sequência de notícias sobre concessões esvaziadas, revisões de modelagens e redução do interesse privado em projetos de saneamento reacendeu um debate incômodo. O novo marco legal do setor (Lei 14.026/2020) estaria falhando em sua principal promessa: a universalização dos serviços até 2033?

Leia mais »
O processo de privatização da Copasa é robusto

O processo de privatização da Copasa é robusto?

Ao final da desestatização da Copasa, surgiram críticas à “robustez” do modelo. Cito algumas: falta de previsão contratual suficiente de metas de universalização e qualidade; ausência de disciplina para áreas socialmente sensíveis; falta de transparência e açodamento na renegociação com os municípios e na regionalização; e erro no modelo de precificação das ações.

Leia mais »