saneamento basico

Prefeitura assina convênio para construir estação de tratamento

O prefeito Rafael Agostini (PT) assinou junto à Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano (CDHU) em São Paulo convênio para a construção de sistema de tratamento de esgoto para as casas do residencial Jaú M, que são as casas do desfavelamento.

‘Conseguimos aproximadamente R$ 435 mil do CDHU para iniciar essas obras do tratamento de esgoto ali nas casas do desfavelamento do Jaú M. As obras devem se iniciar nos próximos meses. Acreditamos que isso vai garantir que o trabalho de desfavelamento seja concluído com condições adequadas de saneamento, propiciando, assim, uma condição mais digna para essas famílias.

Segundo ele, ainda há 78 casas em construção no residencial Jaú M, no Distrito de Potunduva. ‘Nosso objetivo é concluir a construção dessas casas nos próximos meses para que também possamos entregá-las com essas obras do esgoto já em situação adiantada.’

O petista afirma que deve resolver um problema histórico que vem se arrastando desde 2001 na cidade de Jaú. São 12 anos com demanda judicial contra o município determinando a resolução desse problema das favelas no Distrito de Potunduva. ‘Esta é nossa prioridade: concluir as casas do Jaú M e retirar essas famílias da favela’, ressalta o prefeito Rafael Agostini.

Fonte: Trata Brasil
Veja mais: http://www.tratabrasil.org.br/prefeitura-assina-convenio-para-construir-estacao-de-tratamento

Últimas Notícias:
Integração de sistemas no saneamento o risco operacional que começa na desorganização dos dados EOS Systems

Integração de sistemas no saneamento: o risco operacional que começa na desorganização dos dados | EOS Systems

No setor de saneamento, a falta de integração entre sistemas não é apenas um problema de TI; é um risco operacional sistêmico. Quando o sistema comercial (faturamento) não se comunica com o operacional (telemetria/GIS) e ambos ignoram o fiscal (ERP), a operação da concessionária entra em um ciclo de desorganização de dados, onde a informação se torna incompleta e a tomada de decisão perde efetividade.

Leia mais »
Novo marco legal do saneamento fracasso ou limites estruturais

Novo marco legal do saneamento: fracasso ou limites estruturais?

Nos últimos meses, uma sequência de notícias sobre concessões esvaziadas, revisões de modelagens e redução do interesse privado em projetos de saneamento reacendeu um debate incômodo. O novo marco legal do setor (Lei 14.026/2020) estaria falhando em sua principal promessa: a universalização dos serviços até 2033?

Leia mais »
O processo de privatização da Copasa é robusto

O processo de privatização da Copasa é robusto?

Ao final da desestatização da Copasa, surgiram críticas à “robustez” do modelo. Cito algumas: falta de previsão contratual suficiente de metas de universalização e qualidade; ausência de disciplina para áreas socialmente sensíveis; falta de transparência e açodamento na renegociação com os municípios e na regionalização; e erro no modelo de precificação das ações.

Leia mais »