Uma novidade está trazendo mais agilidade e reduzindo o impacto das obras de implantação de extensões de redes de água em Primavera do Leste.
A equipe de manutenção da Águas de Primavera(AEGEA), recentemente passou a utilizar uma máquina valetadeira que reduz o tamanho do corte no asfalto e o tamanho da vala onde é implantada a tubulação.
O equipamento está sendo utilizado para a implantação de redes de distribuição de água de 50 e 100 milímetros de diâmetro. A primeira obra utilizando a valetadeira em Primavera é uma extensão de rede de 450 metros. As valas que antes tinham cerca de 60 cm de largura, agora são feitas em média com apenas 18 cm.
“O uso da valetadeira traz diversas vantagens: reduz a necessidade de interdições no trânsito, diminui o tamanho da vala, os danos ao asfalto e os custos com a reposição asfáltica. Além disso, a facilidade para transportar e operar o equipamento agiliza o serviço”, afirma Sergio Campos, supervisor da Águas de Primavera. “Outra vantagem é a agilidade do serviço. Usando este equipamento, a escavação pode chegar a mil metros por dia, garantindo mais produtividade na prestação dos serviços”, pontua.
Execução do Projeto
Com valas abertas na largura e profundidade exatas para a execução do projeto, o equipamento garante ainda mais segurança para os trabalhadores que estão na obra.
“A segurança é primordial na Águas de Primavera. Em todos os nossos projetos realizamos a análise preliminar de riscos, avaliando o espaço e o solo, impactos ambientais, preocupação com o uso correto dos EPIs e com a sinalização de trânsito. Assim conseguimos desempenhar nossos serviços com qualidade e segurança”, afirma o supervisor Sergio Campos.
Para o empresário Bernardo Battiston, proprietário de comércio na rua atendida com a obra da Águas de Primavera, a valetadeira reduziu muito o impacto de uma obra de saneamento. “O equipamento realizou a abertura do canal onde irá passar a canalização da água de forma rápida e eficaz, liberando a via para tráfego de veículos rapidamente e também minimizou o estrago no asfalto”, observa.
A agenda regulatória da ANA (Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico) para os anos 2027 e 2028 pode prever novas NRs (Normas de Referência) que vão estabelecer diretrizes para modelos de regulação tarifária para os serviços de drenagem e resíduos sólidos.
No setor de saneamento, a telemetria não é apenas uma tecnologia; é o alicerce da operação previsível. dados capturados em tempo real transformam informações dispersas em decisões estratégicas, permitindo que concessionárias detectem vazamentos, consumos anormais e falhas de medição antes que se consolidem em prejuízo.
Projeto da Águas do Imperador prevê investimento de R$ 105 milhões na nova estação, que terá capacidade para tratar até 90 litros de esgoto por segundo.
A retomada das obras da Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) Vargem Limpa, em Bauru, nesta terça-feira (28 de julho), deve marcar uma mudança de conceito no saneamento da cidade.
“O nosso maior desafio está dentro do esgotamento sanitário”, disse o diretor-presidente da Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar), Wilson Bley Lipski, durante a 7º InovaInfra, realizada pela revista O Empreiteiro.