Uma novidade está trazendo mais agilidade e reduzindo o impacto das obras de implantação de extensões de redes de água em Primavera do Leste.
A equipe de manutenção da Águas de Primavera(AEGEA), recentemente passou a utilizar uma máquina valetadeira que reduz o tamanho do corte no asfalto e o tamanho da vala onde é implantada a tubulação.
O equipamento está sendo utilizado para a implantação de redes de distribuição de água de 50 e 100 milímetros de diâmetro. A primeira obra utilizando a valetadeira em Primavera é uma extensão de rede de 450 metros. As valas que antes tinham cerca de 60 cm de largura, agora são feitas em média com apenas 18 cm.
“O uso da valetadeira traz diversas vantagens: reduz a necessidade de interdições no trânsito, diminui o tamanho da vala, os danos ao asfalto e os custos com a reposição asfáltica. Além disso, a facilidade para transportar e operar o equipamento agiliza o serviço”, afirma Sergio Campos, supervisor da Águas de Primavera. “Outra vantagem é a agilidade do serviço. Usando este equipamento, a escavação pode chegar a mil metros por dia, garantindo mais produtividade na prestação dos serviços”, pontua.
Execução do Projeto
Com valas abertas na largura e profundidade exatas para a execução do projeto, o equipamento garante ainda mais segurança para os trabalhadores que estão na obra.
“A segurança é primordial na Águas de Primavera. Em todos os nossos projetos realizamos a análise preliminar de riscos, avaliando o espaço e o solo, impactos ambientais, preocupação com o uso correto dos EPIs e com a sinalização de trânsito. Assim conseguimos desempenhar nossos serviços com qualidade e segurança”, afirma o supervisor Sergio Campos.
Para o empresário Bernardo Battiston, proprietário de comércio na rua atendida com a obra da Águas de Primavera, a valetadeira reduziu muito o impacto de uma obra de saneamento. “O equipamento realizou a abertura do canal onde irá passar a canalização da água de forma rápida e eficaz, liberando a via para tráfego de veículos rapidamente e também minimizou o estrago no asfalto”, observa.
O balanço hídrico é um aliado fundamental na quantificação da água não faturada, das perdas reais e dos erros de medição, bem como na priorização das áreas do sistema onde atuar primeiro.
Os rios Tietê e Pinheiros cruzam São Paulo e são alimentados por córregos e afluentes. Ambos estão poluídos há décadas, principalmente devido ao esgoto in natura despejado diariamente em seus leitos.
Seis cidades de São Paulo são as únicas do Brasil a alcançar a pontuação máxima do ranking ABES da Universalização do Saneamento 2026, da Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental. O estado passa pelo maior volume de investimentos de sua história após a desestatização da Sabesp, com 120% mais recursos, o que impacta a modernização da rede.
a comparação de dados de abril e maio, a Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA) informa que houve o aumento de 154,9 milhões para 156,2 milhões de brasileiros residentes em municípios. Onde a implementação pela Tarifa Social de Água e Esgoto foi iniciada. Segundo a atualização de maio da Lista Positiva da Tarifa Social de Água e Esgoto.
A implantação de redes coletoras de esgoto representa uma etapa fundamental da infraestrutura de saneamento urbano. Embora frequentemente associada apenas à instalação de tubulações, a execução envolve uma cadeia complexa, diretamente influenciada por fatores como profundidade de vala, interferências subterrâneas, presença de água, condições geotécnicas, logística de materiais e produtividade das frentes de obra.
Empresa participa da 31ª edição da feira com soluções voltadas à eficiência hídrica, proteção de sistemas de irrigação e automação de processos de filtragem