saneamento basico

Estação de Tratamento de Esgoto central em Bagé/RS é preparada para entrar em funcionamento

Com investimento de R$ 4.183.145,93, Bagé terá índices superiores à grande parte das cidades brasileiras: 80% de esgoto coletado e quase 50% de tratado.

 

A Estação de Tratamento de Esgoto central (ETE) de Bagé está recebendo melhorias a fim de estar preparada para quando entrar funcionamento. Foi realizada a limpeza e manutenção das salas e dos laboratórios, além da roçada na área externa do local.

Para iniciar a operação, a ETE aguarda a conclusão da Estação de Bombeamento de Esgoto (EBE), que está sendo construída ao lado do cemitério. Quando todo o sistema estiver concluído, Bagé terá índices superiores à grande parte das cidades brasileiras: 80% de esgoto coletado e quase 50% de tratado. Resta somente a finalização da obra da EBE para a cidade atingir este patamar. Conforme a área de Projetos do Departamento de Água, Arroios e Esgoto de Bagé (Daeb), cerca de 60% da Estação já foi executada.

 

LEIA TAMBÉM: PORTO ALEGRE DEVE FAZER A PPP DO SANEAMENTO EM 2022

 

A EBE tem a finalidade de conduzir os efluentes até a ETE. Também foi implantada uma rede de interceptores que coleta o esgoto em diversas áreas da cidade. Esta etapa já está concluída.

Todas as fases da construção foram executadas com recursos do governo Federal, através do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), com contrapartida do município de Bagé. O investimento total na obra é de R$ 4.183.145,93.

Fonte: Jornal Cidades

Últimas Notícias:
Integração de sistemas no saneamento o risco operacional que começa na desorganização dos dados EOS Systems

Integração de sistemas no saneamento: o risco operacional que começa na desorganização dos dados | EOS Systems

No setor de saneamento, a falta de integração entre sistemas não é apenas um problema de TI; é um risco operacional sistêmico. Quando o sistema comercial (faturamento) não se comunica com o operacional (telemetria/GIS) e ambos ignoram o fiscal (ERP), a operação da concessionária entra em um ciclo de desorganização de dados, onde a informação se torna incompleta e a tomada de decisão perde efetividade.

Leia mais »
Novo marco legal do saneamento fracasso ou limites estruturais

Novo marco legal do saneamento: fracasso ou limites estruturais?

Nos últimos meses, uma sequência de notícias sobre concessões esvaziadas, revisões de modelagens e redução do interesse privado em projetos de saneamento reacendeu um debate incômodo. O novo marco legal do setor (Lei 14.026/2020) estaria falhando em sua principal promessa: a universalização dos serviços até 2033?

Leia mais »
O processo de privatização da Copasa é robusto

O processo de privatização da Copasa é robusto?

Ao final da desestatização da Copasa, surgiram críticas à “robustez” do modelo. Cito algumas: falta de previsão contratual suficiente de metas de universalização e qualidade; ausência de disciplina para áreas socialmente sensíveis; falta de transparência e açodamento na renegociação com os municípios e na regionalização; e erro no modelo de precificação das ações.

Leia mais »