saneamento basico

Novo presidente da Funasa é empossado

A Fundação Nacional de Saúde (Funasa), órgão vinculado ao Ministério da Saúde, está sob nova gestão. O atual presidente da Fundação, o engenheiro civil Antônio Henrique de Carvalho Pires, participou de reunião, no último dia 23, com o ministro da Saúde, Arthur Chioro, quando tomou posse no cargo. Henrique Pires ocupava o cargo de diretor de Saúde Ambiental da Fundação e a nomeação para presidente foi publicada no Diário Oficial da União em 22 de abril.

A prioridade da nova gestão será a liberação de recursos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC)  para a área de saneamento. Segundo Henrique Pires, o governo federal tem dado atenção especial para o setor. “A presidenta Dilma nos deu sempre a incumbência de fazer a mobilização dos municípios para o PAC. Temos hoje quase 6 mil convênios no País, sendo PAC, programação ou emenda. Estamos elaborando 2.700 projetos de saneamento. Já estamos recebendo os projetos de água e de esgoto”, explica.

O novo presidente ressaltou que os municípios conveniados estão recebendo capacitação para gerenciar os recursos de forma correta, pois foram firmados convênios com a Associação Nacional dos Serviços Municipais de Saneamento (Assemae), com Conselhos Regionais de Engenharia e Arquitetura (CREAs), com universidades, com o objetivo de capacitar gestores municipais. “Não basta apenas repassar o recurso, é preciso fazer com que as pessoas que vão aplicar o investimento tenham conhecimento dos projetos. A presidenta Dilma é consciente de que quanto mais você investe em saneamento, mais reduz os gastos com saúde. Por isso, ela tem feito esse investimento forte, antes com o ministro Alexandre Padilha e agora com o ministro Arthur Chioro”, afirma.

Henrique Pires afirma ainda que tem consciência da importância das ações da Funasa para o País e destaca o compromisso que está assumindo: “A responsabilidade agora só aumenta. Antes de tudo temos que agradecer a confiança de todos que compõem esse importante órgão, que é fundamental no desenvolvimento de ações de saneamento básico, trabalhando no atendimento a comunidades carentes do País”, finaliza.

Fonte:

Fundação Nacional de Saúde

Últimas Notícias:
Integração de sistemas no saneamento o risco operacional que começa na desorganização dos dados EOS Systems

Integração de sistemas no saneamento: o risco operacional que começa na desorganização dos dados | EOS Systems

No setor de saneamento, a falta de integração entre sistemas não é apenas um problema de TI; é um risco operacional sistêmico. Quando o sistema comercial (faturamento) não se comunica com o operacional (telemetria/GIS) e ambos ignoram o fiscal (ERP), a operação da concessionária entra em um ciclo de desorganização de dados, onde a informação se torna incompleta e a tomada de decisão perde efetividade.

Leia mais »
Novo marco legal do saneamento fracasso ou limites estruturais

Novo marco legal do saneamento: fracasso ou limites estruturais?

Nos últimos meses, uma sequência de notícias sobre concessões esvaziadas, revisões de modelagens e redução do interesse privado em projetos de saneamento reacendeu um debate incômodo. O novo marco legal do setor (Lei 14.026/2020) estaria falhando em sua principal promessa: a universalização dos serviços até 2033?

Leia mais »
O processo de privatização da Copasa é robusto

O processo de privatização da Copasa é robusto?

Ao final da desestatização da Copasa, surgiram críticas à “robustez” do modelo. Cito algumas: falta de previsão contratual suficiente de metas de universalização e qualidade; ausência de disciplina para áreas socialmente sensíveis; falta de transparência e açodamento na renegociação com os municípios e na regionalização; e erro no modelo de precificação das ações.

Leia mais »