Nove municípios da Paraíba ainda têm lixões a céu aberto, indica MP
O Ministério Público da Paraíba (MPPB) divulgou que nove municípios paraibanos ainda utilizam lixões para despejar resíduos sólidos em terrenos sem nenhum tratamento ambiental.
O Ministério Público da Paraíba (MPPB) divulgou que nove municípios paraibanos ainda utilizam lixões para despejar resíduos sólidos em terrenos sem nenhum tratamento ambiental.
Quanto menor for o reajuste e mais longo o prazo até o reequilíbrio do contrato, pior para os investimentos, explicam especialistas. Para cobrir a nova despesa tributária, as empresas tendem a usar justamente esse recurso.
Neste cenário dinâmico, uma tecnologia emergente, mas poderosamente impactante, vem ganhando destaque: a Eletrodiálise Reversa (EDR).
Hoje, o sistema de esgotamento sanitário da Sanasa atende 96,3% da população urbana de Campinas, operando em uma infraestrutura que abrange 22 Estações de Tratamento de Esgoto.
Na terça-feira (23), a Águas de Manaus, concessionária que opera o serviço de água e esgoto, lança um plano para expandir o serviço de esgotamento sanitário na capital amazonense.
No fim do ano passado, um acordo de cooperação foi firmado entre a prefeitura e o Instituto de Planejamento e Gestão de Cidades (IPGC), de Minas Gerais, para elaboração de estudo.
A Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação do Distrito Federal (Secti) pretende dar início, no próximo mês, a implementação de cinco novos polos para tratamento de lixo eletrônico.
O reúso de água para a produção de hidrogênio verde tem grande potencial ambiental e econômico, segundo especialistas ouvidos pelo portal Brasil 61. No país, os recursos renováveis favorecem a produção deste vetor energético.
O último prazo é para municípios que constam com população inferior a 50 mil habitantes, conforme o Censo de 2010 do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).
De acordo com o Instituto Trata Brasil, para cada real investido em saneamento, quatro reais são economizados em saúde pública.