Equatorial não consegue fatia adicional da Copasa
Escolhido para a função de sócio de referência, grupo havia manifestado o interesse de promover alocação de 12,6%.
Escolhido para a função de sócio de referência, grupo havia manifestado o interesse de promover alocação de 12,6%.
Enquanto redijo este texto, Minas Gerais conduz a etapa decisiva da desestatização da Copasa, operação que pode movimentar de R$ 8 a R$ 10 bilhões. O modelo segue o trilho aberto pelo Rio Grande do Sul com a Corsan e por São Paulo com a Sabesp: oferta a um investidor de referência, modernização de contratos com municípios titulares e ancoragem nas metas do Novo Marco do Saneamento.
A Sanepar, companhia de saneamento do Paraná, chegou a avaliar a participação na privatização da Copasa (Companhia de Saneamento de Minas Gerais). Mas decidiu ficar de fora do processo após não conseguir estruturar uma parceria para disputar o controle da empresa mineira.
A Copasa (Companhia de Saneamento de Minas Gerais) informou nesta 4ª feira (27.mai.2026) que fará mudanças nas condições da sua oferta pública secundária de ações. A medida afeta diretamente o processo de desestatização da companhia e exigirá a publicação de uma nova lâmina da oferta, além da atualização do cronograma da operação.
Belo Horizonte. O TCE-MG (Tribunal de Contas do Estado de Minas Gerais) autorizou, nesta segunda-feira (18), o andamento do processo de privatização da Copasa. Além disso, liberou a continuidade das etapas para a oferta de ações da companhia ao mercado.
Ao final da desestatização da Copasa, surgiram críticas à "robustez" do modelo. Cito algumas: falta de previsão contratual suficiente de metas de universalização e qualidade; ausência de disciplina para áreas socialmente sensíveis; falta de transparência e açodamento na renegociação com os municípios e na regionalização; e erro no modelo de precificação das ações.
Em entrevista ao Conexão Infra, CEO da companhia, René Silva explicou estratégia de crescimento e afirmou que privatização da Copasa difere do planejado pela Iguá.
O TCEMG (Tribunal de Contas do Estado de Minas Gerais) autorizou o avanço das etapas preparatórias para uma eventual privatização da Copasa, mas manteve a proibição de qualquer ato que implique a venda efetiva da companhia.
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