Receita da Copasa sobe 8% em 2013 para R$ 3,7 bilhões
A Companhia de Saneamento de Minas Gerais (Copasa) registrou receita líquida total de R$ 3,7 bilhões em 2013, com alta de 8,3% em relação ao ano anterior.
A Companhia de Saneamento de Minas Gerais (Copasa) registrou receita líquida total de R$ 3,7 bilhões em 2013, com alta de 8,3% em relação ao ano anterior.
Após anos de tentativas de acordo e de muitas promessas e obrigações não cumpridas, o Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) ingressou na Justiça contra a Companhia de Saneamento de Minas Gerais (Copasa) e o município de Nova Lima cobrando medidas efetivas para solucionar problemas relacionados à ausência de um sistema de esgoto e de redes de drenagem pluviais eficientes no bairro Jardim Canadá. Essa deficiência tem ocasionado o despejo de dejetos em cursos d'água, inclusive em pontos de captação da Copasa que abastecem parte da Região Metropolitana de Belo Horizonte.
A Companhia de Saneamento de Minas Gerais (Copasa) registrou lucro líquido de R$ 101,368 milhões no quatro trimestre de 2013, o que representa uma redução de R$ 18,8% em relação a igual período de 2012.
Quem acompanha os fatos mais importantes da região já se acostumou a ler, nas páginas do Jornal CORREIO, o drama vivido pelos moradores da região da Barreira, mais especificamente, no Satélite. Inaugurada com pompa e cerimônia em 23 de janeiro de 2010, a ETE Bananeiras foi apresentada como a solução para a poluição das águas do ribeirão Bananeiras. O que muita gente não sabia é que o começo do sonho de águas mais límpidas no principal rio da região seria também o início de um longo pesadelo para os vizinhos da estação: o investimento, de quase R$15 milhões, não foi capaz de evitar a geração de um gás que estaria causando muitos transtornos aos moradores, que vão desde desconfortos e dores de cabeça à desvalorização das propriedades.
Dois dias após a decisão judicial que impedia a Companhia de Saneamento de Minas Gerais (Copasa) de cobrar a tarifa de esgoto dos moradores de Sabará, na região metropolitana de Belo Horizonte, o desembargador Jair José Varão resolveu recuar e anulou a sua decisão, nesta quarta-feira (29). O prefeito da cidade, Diógenes Fantini (PMDB), se diz abismado com a mudança repentina e afirma que a cobrança é injusta, pois a população estaria pagando por um serviço que não e ofertado.
Conforme determinação judicial, a partir desta segunda-feira, a Copasa está impedida de cobrar tarifa de esgoto dos moradores de Sabará. A informação foi divulgada pela Prefeitura da cidade.
Embora o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Luís Roberto Barroso, tenha acelerado a tramitação da ação penal 536, o chamado “mensalão mineiro”, o restante do processo, que corre na Justiça de Minas Gerais, ainda está em fase de instrução. Numa estimativa otimista, o provável é que essa parte do processo seja julgada apenas no primeiro semestre de 2015.
Segundo o gerente distrital da Copasa, Flávio Bocoli, o ritmo das atividades vai se acelerando em várias frentes de atuação. Dezenas de operários e máquinas estão concentradas na edificação do tratamento preliminar, dos reatores, do filtro, e do decantador, estes três já em fase final de construção, além da concretagem da estação elevatória de esgoto. “Podemos dizer que a obra nas estações de tratamento tem três etapas, que são: a concretagem, a implantação de equipamentos e a urbanização. A primeira fase já está com aproximadamente 90% concluídos, 50% dos equipamentos já foram adquiridos e iniciamos recentemente a fase de urbanização do local”, explicou.
O município de São Gotardo, na Região do Alto Paranaíba, e a Companhia de Saneamento de Minas Gerais (Copasa) terão de fazer obras necessárias para o tratamento de esgoto e fornecimento de água na cidade. A Justiça concedeu liminar ao Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) que pediu o cumprimento das medidas. Caso os réus deixem de atender a determinação estão sujeitos a multa diária de R$ 500.
Araxá receberá investimento de R$ 735 mil.