Municípios do Médio Tietê receberão R$ 4,29 bilhões para expandir redes de água e esgoto até 2029
Pacote inclui mais 33 estações de tratamento de esgoto e 13 novas de água, além de ampliação das redes de esgotamento sanitários em várias cidades.
Pacote inclui mais 33 estações de tratamento de esgoto e 13 novas de água, além de ampliação das redes de esgotamento sanitários em várias cidades.
A Companhia de Água e Esgoto do Ceará (Cagece) publicou edital de Parceria Público-Privada (PPP) para a universalização dos serviços de esgotamento sanitário em 127 municípios do estado. A iniciativa integra a estratégia de ampliação da infraestrutura de saneamento e está alinhada às diretrizes do marco legal do setor.
Em entrevista ao Conexão Infra, CEO da companhia, René Silva explicou estratégia de crescimento e afirmou que privatização da Copasa difere do planejado pela Iguá.
Novas Estações de Tratamento de Esgoto (ETEs) e Sistema de Expansão de Esgotamento Sanitário receberam R$ 168 milhões em investimentos e contemplam municípios de Caieiras, Francisco Morato e Franco da Rocha.
O Acre avança no fortalecimento do saneamento básico com a abertura de novas licitações que pretendem ampliar o acesso à água tratada e melhorar os sistemas de esgoto em diversos municípios do estado.
O sistema, que a COP30 apresentou, cobre uma área de 25 mil metros quadrados. Além disso, o projeto tem como meta ter uma das maiores “wetlands” do mundo. Essas áreas transformam resíduos humanos em recurso sustentável.
Uma proposta em discussão no governo federal tem potencial de ampliar em cerca de R$ 53,4 bilhões o valor de investimento necessário para o Brasil universalizar o acesso aos serviços de saneamento.
A Companhia de Água e Esgoto do Ceará deu mais um passo importante. Rumo à universalização do saneamento básico no estado. Com a publicação do edital das novas Parcerias Público-Privadas (PPPs).
O saneamento básico no Brasil registra avanços graduais, mas ainda enfrenta obstáculos estruturais para cumprir as metas de universalização previstas no marco legal até 2033.
O acesso ao saneamento básico tem crescido no país, embora persistam desigualdades regionais. Em 2025, 69,7% de brasileiros (ou 147,8 milhões de pessoas) residiam em domicílios com rede coletora de esgoto ou fossa séptica ligada à rede.