Diretor técnico da Cedae é alvo de pente-fino em contratos milionários
A auditoria aberta nesta semana pelo governo do Rio de Janeiro na Cedae tem um personagem central: Humberto de Mello Filho, diretor técnico e de projetos da estatal.
A auditoria aberta nesta semana pelo governo do Rio de Janeiro na Cedae tem um personagem central: Humberto de Mello Filho, diretor técnico e de projetos da estatal.
O Tribunal de Contas da União, em diagnóstico de 2024, identificou 11.941 obras paralisadas no país, o que corresponde a 52% de todas as obras contratadas com recursos federais. O dado reforça uma realidade familiar para quem acompanha obras públicas e contratos de concessão no Brasil.
O TCEMG (Tribunal de Contas do Estado de Minas Gerais) autorizou o avanço das etapas preparatórias para uma eventual privatização da Copasa, mas manteve a proibição de qualquer ato que implique a venda efetiva da companhia.
A concessão administrativa do Pisf (Projeto de Integração do Rio São Francisco) recebeu o selo internacional FAST-Infra, reconhecimento que destaca padrões elevados de governança, sustentabilidade e resiliência.
Eventos abrem novas perspectivas para parceiras que visam o futuro da Companhia. Foram destaque nos debates as parcerias público-privada, concessões e os desafios do avanço no saneamento básico.
O Governo do Amazonas está implantando um novo modelo de governança para garantir maior eficiência na gestão e impulsionar investimentos em saneamento básico, especialmente no interior do estado.
Em Lucerna, pequena cidade da Suíça, o diário movimento dos moradores, com resíduos dispostos de acordo com o material (plásticos, vidros, metais, papeis/papelão) em sacolas e locais específicos alude à organização de uma colmeia de abelhas.
Listada entre as empresas oferecidas ao governo federal como parte do pagamento da dívida pública de Minas Gerais com a União, a Copasa ainda não discute internamente a possibilidade de federalização da companhia, afirmou, nesta quarta-feira (14), o CEO da empresa, Guilherme Duarte de Faria.
O presente artigo traz um olhar novo sobre a operacionalização da gestão de recursos hídricos e um conceito inovador ao contexto brasileiro, visando dar unidade e coerência ao que tradicionalmente entendemos como ações ou atividades de gestão.
O presente estudo parte de uma análise sobre o funcionamento desses órgãos, a legislação aplicável, sua formação e funcionamento para demonstrar que o exercício da governança nesses comitês é condição essencial para a efetiva implementação das políticas de águas.