Saneamento regional ganha força após concessão de grandes projetos
Após a realização dos principais leilões esperados pelo setor em 2026, municípios ganham espaço como "motor" de pipeline nacional.
Após a realização dos principais leilões esperados pelo setor em 2026, municípios ganham espaço como "motor" de pipeline nacional.
A escolha de uma máquina de eletrofusão de alta performance é o fator determinante para garantir que as conexões de polietileno de alta densidade (PEAD) suportem as pressões nominais de projeto e as movimentações de solo ao longo de décadas.
Grandes projetos de infraestrutura transformam territórios, impulsionam o desenvolvimento econômico e redefinem cidades. Mas será que essas transformações têm sido planejadas para garantir qualidade de vida às próximas gerações?
Em meio a uma onda de baixo interesse do setor privado pelas últimas grandes licitações de saneamento, o governo de Rondônia tenta tirar do papel o leilão de sua concessão regional, que deverá gerar R$ 4,2 bilhões em investimentos para a universalização.
O saneamento básico deixou de ser apenas uma pauta de infraestrutura. Hoje, ele representa um dos principais indicadores da capacidade de gestão pública e do potencial de desenvolvimento econômico de um estado.
Neste vídeo, a engenheira sanitarista Mariangela Laydner faz uma análise crítica da modelagem da concessão dos serviços de água e esgoto em 40 municípios de Rondônia, com leilão previsto para setembro de 2026.
O Brasil assumiu, para finalmente pagar uma dívida histórica com sua população – especialmente a mais vulnerável -, um compromisso ambicioso. A Lei nº 14.026, de 2020, fixou a meta de levar água tratada a 99% da população e coleta e tratamento de esgoto a 90% até 2033.
No aniversário de 136 anos de Boa Vista, celebrado nesta quinta-feira, 09, a capital roraimense também comemora os avanços alcançados no saneamento básico. Os investimentos realizados pelo Governo de Roraima, por meio da Caer (Companhia de Águas e Esgotos de Roraima) colocaram a cidade entre as capitais brasileiras com melhor desempenho no setor.
O Tribunal de Contas da União, em diagnóstico de 2024, identificou 11.941 obras paralisadas no país, o que corresponde a 52% de todas as obras contratadas com recursos federais. O dado reforça uma realidade familiar para quem acompanha obras públicas e contratos de concessão no Brasil.
Há quatro meses o estreito de Ormuz continua fechado por conta da guerra no Oriente Médio. O aumento consequente no preço do petróleo e o efeito cascata resultante nos diversos produtos que envolvem o recurso na produção levaram a uma disparada no valor de insumos e materiais usados nos setores de infraestrutura, rodovias e saneamento, chegando a até mesmo afetar a qualidade da água que abastece as casas.