Descarte irregular de lixo pode agravar alagamentos
Resíduos deixados nas ruas podem ser levados pela chuva e comprometer o escoamento da água; descarte correto ajuda a prevenir o problema.
Resíduos deixados nas ruas podem ser levados pela chuva e comprometer o escoamento da água; descarte correto ajuda a prevenir o problema.
A maior parte dos municípios brasileiros ainda enfrenta problemas de destinação adequada de resíduos sólidos urbanos. Segundo dados do IBGE e do Panorama dos Resíduos Sólidos, 31,9% dos municípios despejam resíduos em lixões.
Prazos para o fim dos lixões e a exigência de cobrança pelo serviço obrigam as prefeituras a escolhas que definem custo público e qualidade urbana.
O CNRH (Conselho Nacional de Recursos Hídricos), vinculado ao Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional, e o Conama (Conselho Nacional do Meio Ambiente), órgão ligado ao Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima, aprovaram, nesta terça-feira (1º de Setembro), norma que estabelece critérios técnicos para garantir a segurança sanitária no reúso direto não potável de água.
Linha fina: Prefeitura recolhe cerca de 300 quilos de resíduos por dia nos rios Branco e Cauamé e registra média de 2,6 toneladas de lixo por semana nas praias.
Em reunião nesta quarta-feira (19/08), a Comissão de Administração Pública e Segurança Pública emitiu parecer favorável ao Projeto de Lei (PL) 791/2026, de autoria de Professora Marli (PP), que institui o Programa de Fiscalização Colaborativa, com a finalidade de prevenir e combater o descarte irregular de resíduos sólidos em espaços públicos de BH. O texto prevê canais oficiais para o recebimento de denúncias e garante a preservação da identidade do denunciante. Nos casos comprovados, o denunciante poderá receber uma bonificação de até 30% do valor da multa paga pelo infrator.
O Departamento Municipal de Limpeza Urbana (DMLU) recolheu 757 toneladas de resíduos acumulados às margens do Guaíba, em Porto Alegre, após a sequência de temporais do mês passado. Os trabalhos, que começaram em 25 de julho, foram concluídos na última segunda-feira (17).
Cobrada em algumas cidades há décadas e recém-implantada em outras, a chamada “taxa de lixo” tem ganhado espaço nos debates públicos do Alto Tietê. Embora a medida costume gerar resistência da população, especialistas afirmam que a cobrança deixou de ser apenas uma opção das prefeituras e passou a ser uma exigência legal prevista na Lei Federal nº 14.026/2020, conhecida como Novo Marco Legal do Saneamento Básico, que determina que os serviços de limpeza urbana e manejo de resíduos sólidos tenham sustentabilidade econômico-financeira, ou seja, uma fonte específica de arrecadação.
O Governo do Estado de São Paulo realiza nesta quarta-feira (10 de Junho). Durante a programação da Semana do Meio Ambiente, a entrega de 27 caminhões coletores compactadores a municípios paulistas por meio do Fundo Estadual de Prevenção e Controle da Poluição (Fecop), vinculado à Secretaria de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística (Semil).
Especialista em limpeza urbana, Osmário Ferreira fala sobre educação ambiental, economia circular e os caminhos para cidades como Ribeirão Preto avançarem na gestão de resíduos