Brasil é campeão em descarte de lixo eletrônico da América Latina
Fala-se muito sobre a reciclagem e o consumo de papel, mas é importante refletir também sobre os suprimentos utilizados em impressoras – aparentemente inofensivos.
Fala-se muito sobre a reciclagem e o consumo de papel, mas é importante refletir também sobre os suprimentos utilizados em impressoras – aparentemente inofensivos.
O objetivo é valorizar o material potencialmente reciclável.
Cientistas chineses desenvolveram um tipo de plástico que se decompõe em águas do mar, sem deixar resíduos, visando combater a poluição dos oceanos, informou a agência noticiosa oficial chinesa Xinhua.
O diagnóstico está em um levantamento recente feito pela Fundação SOS Mata Atlântica, que monitorou os recursos hídricos das bacias do Alto e Médio Tietê e do Litoral Norte.
Com a duração de dois dias e a participação de dezenas de especialistas, empresários, gestores públicos e ativistas da causa alimentar, a terceira edição do encontro vai girar em torno de três temáticas.
Mas como diz a própria lei das águas, estabelecida no Brasil, a água é um bem limitado a qual se atribui valor econômico.
De 615 municípios paulistas, 25, ou 4%, ainda descartam os resíduos em lixões.
O evento, que integra o calendário de festejos pelo aniversário da cidade, comemorado no dia 20, discutiu soluções para a destinação final do lixo, tendo em vista a dependência dos aterros.
Mais de 85% das cidades da Região Centro-Oeste descartam o lixo sólido de forma inadequada.
Os dados são da Semadur, que na semana passada anunciou a implantação do software que transformará o Certificado de Resíduos de Transporte (CTR) de papel em eletrônico.