Ministro defende consórcios para viabilizar aterros sanitários
Sarney Filho afirma que consórcios municipais são a saída para gestores com dificuldades em implementar a Política Nacional de Resíduos Sólidos.
Sarney Filho afirma que consórcios municipais são a saída para gestores com dificuldades em implementar a Política Nacional de Resíduos Sólidos.
Em pesquisa feita, este ano, para o artigo “Princípios e Instrumentos da Política Nacional de Resíduos Sólidos”, especialistas puderam constatar que a maioria das pessoas – 57,8% - não conhecem a Política Nacional de Resíduos Sólidos, 41,4% conhecem alguns aspectos e apenas 0,8% afirmam ter vasto conhecimento da PNRS.
Fiscalização realizada em setembro avaliou descumprimento de lei federal. Só 12% das cidades têm reciclagem; não há coleta seletiva em 36% de SP.
Conforme a Promotoria, “o problema persiste” na prefeitura de Osvaldo Cruz/SP , apesar da intervenção do Ministério Público, após diversas autuações da Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb), desde 2014.
Está previsto que, em janeiro, o comércio e a indústria apresentarão o relatório de desempenho comprovando o cumprimento dos compromissos assumidos.
De acordo com o levantamento, o Brasil produz 33 milhões toneladas de resíduos industrias ao ano e, deste montante, 25 milhões de toneladas não são tratadas adequadamente, o que não permite a rastreabilidade.
Pesquisa nacional mostra lacunas no cumprimento da Política Nacional de Resíduos Sólidos em Pernambuco.
Em muitos municípios os lixões são o destino oficial usado pela administração local para depósito público de lixo gerado pela população, causando impactos preocupantes na saúde pública.
O plano é simples: diminuir os custos de reparação e aumentar os preços dos novos produtos.
A destinação do lixo de forma consorciada entre os três municípios da região sul-fronteira, é uma iniciativa que vem amadurecendo a um bom tempo, pelas autoridades após uma análise dos custos para construção de aterros para correta destinação dos resíduos sólidos.