Municípios do Médio Tietê receberão R$ 4,29 bilhões para expandir redes de água e esgoto até 2029
Pacote inclui mais 33 estações de tratamento de esgoto e 13 novas de água, além de ampliação das redes de esgotamento sanitários em várias cidades.
Pacote inclui mais 33 estações de tratamento de esgoto e 13 novas de água, além de ampliação das redes de esgotamento sanitários em várias cidades.
Alteração legislativa incentiva integração da drenagem e do manejo de águas pluviais ao abastecimento de água e esgotamento sanitário. Adia a definição territorial das unidades regionais e insere-se no contexto do Universaliza SP.
A Agência Reguladora de Serviços Públicos do Estado de São Paulo (Arsesp) abriu a Consulta Pública nº 05/2026. O objetivo é receber contribuições da sociedade. Além disso, a iniciativa busca atualizar metodologias aplicadas ao setor de saneamento básico.
Em entrevista ao Conexão Infra, CEO da companhia, René Silva explicou estratégia de crescimento e afirmou que privatização da Copasa difere do planejado pela Iguá.
O setor de água e saneamento do Brasil entrou em um período de transformação estrutural sem precedentes na história recente. O Novo Marco Legal do Saneamento, promulgado em 2020, desencadeou uma onda de privatizações, concessões regionais e estruturas de PPP que transformou fundamentalmente como os projetos são originados, avaliados e construídos.
Em dias de cheia, a água que avança sobre cidades do Rio Grande do Sul carrega mais do que volume: expõe fragilidades acumuladas ao longo de décadas.
Novas Estações de Tratamento de Esgoto (ETEs) e Sistema de Expansão de Esgotamento Sanitário receberam R$ 168 milhões em investimentos e contemplam municípios de Caieiras, Francisco Morato e Franco da Rocha.
O Acre avança no fortalecimento do saneamento básico com a abertura de novas licitações que pretendem ampliar o acesso à água tratada e melhorar os sistemas de esgoto em diversos municípios do estado.
Reclamações abrangem cidades como Campinas, Limeira, Hortolândia, Paulínia e Monte Mor; companhia afirma que água é segura para consumo.
Com milhões de brasileiros ainda sem coleta de lixo ou tratamento de esgoto, os dados de 2025 mostram que o CEP continua sendo o maior determinante da dignidade de uma pessoa no país.