Em São Paulo, a maior crise de abastecimento da História
Estado usa ‘volume morto’, mas problema não afeta aprovação do governo Alckmin
Estado usa ‘volume morto’, mas problema não afeta aprovação do governo Alckmin
Apontado como medida capaz de evitar o racionamento de água na Grande São Paulo, o volume morto --água que fica no fundo das represas-- do Cantareira injetou mais de 180 bilhões de litros no sistema. Passados 129 dias, porém, essa quantidade já foi consumida.
Principal obra para a Grande SP só poderá retirar 1/5 do volume disponível. Estatal vai pleitear maior captação após permissão para grupo usar represa na geração de energia vencer.
Iniciando a fase de depoimentos na CPI da Sabesp, ex-consultor do governo federal fez graves apontamentos no contrato estabelecido entre prefeitura e Sabesp, assinado na gestão Kassab
-Reunido em plenária na última sexta-feira em Ubatuba, o Comitê de Bacias Hidrográficas do Litoral Norte, por meio da Deliberação 150/2014, indicou mais de R$ 5 milhões em projetos para análise técnica do FEHIDRO (Fundo Estadual de Recursos Hídricos).
A Câmara de Vereadores de Casa Branca (SP) suspendeu o aumento nas tarifas de água e esgoto estipulado no mês de julho pela Prefeitura. Os moradores se assustaram com o reajuste que quase triplicou. A cidade está em meio a um racionamento e população está em dúvida se deve pagar as contas que já chegaram com os novos valores.
Candidato à reeleição, o governador tucano nega o racionamento, que na prática já atinge 2,1 milhões de pessoas na região metropolitana de São Paulo
A seca histórica nos rios e represas que formam o Sistema Cantareira tem levado cidades da região de Campinas, no interior de São Paulo, a buscarem em lagos e cavas (escavações) de mineração desativadas uma alternativa de abastecimento de água na crise.
Por ano seriam necessários investimentos de R$ 3,89 bilhões.
Proposta é aumentar vazão em alguns pontos e reduzir em outros para equilibrar volume de rios e represas utilizadas por São Paulo e Rio de Janeiro