Sem dar detalhes, Semasa anuncia rodízio em setembro
Sem plano específico, a autarquia coloca a responsabilidade de economia nas costas do morador. O anúncio foi encarado como alarmista.
Sem plano específico, a autarquia coloca a responsabilidade de economia nas costas do morador. O anúncio foi encarado como alarmista.
A prorrogação se deu a pedido do próprio relator, que retirou o processo da pauta para reestudo. O Semasa não reconhece o passivo alegado pela Sabesp antes de as ações tramitarem em todas as instâncias.
Promotor do caso, Roberto Wider Filho justificou que o entendimento é o de que as empresas “pagaram valores, em média de R$ 300 mil, sem oferecer ou obter vantagens” na liberação de licenças ambientais. Pelo contrário. Segundo ele, os proprietários foram vítimas de achaque, o que não caracteriza crime.
O prefeito de Mauá, Donisete Braga (PT), garantiu que após completar o processo da PPP (Parceria Público-Privada) para a gestão de distribuição de água, irá transformar a Sama (Saneamento Básico do Município de Mauá) em um setor “técnico” aos moldes do Semasa
Em reunião com vereadores, o superintendente do Semasa (Serviço Municipal de Saneamento Ambiental de Santo André), Sebastião Ney Vaz Júnior (PT), concluiu que a decisão sairá em agosto se a autarquia firmará PPP (Parceria Público-Privada) para a gestão da ETA (Estação de Tratamento de Água) do Parque do Pedroso.
Os vereadores de Santo André irão convocar o superintendente do Semasa, Sebastião Ney Vaz Júnior, para explicar projeto do Executivo que altera a lei que passa de 25 para até 35 anos o prazo de contratos firmados pela Prefeitura por meio de PPPs (Parcerias Público-Privadas).
Em resposta à crise hídrica observada no Estado, o Semasa (Serviço Municipal de Saneamento Ambiental de Santo André) pretende iniciar “espécie de rodízio” de água na cidade. De acordo com o superintendente da autarquia, Sebastião Ney Vaz Júnior, a ideia é fazer revezamento na distribuição da água comprada da Sabesp (Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo) no Setor Paraíso e, com isso, controlar o nível dos reservatórios sem que haja intermitência no abastecimento.
O aterro municipal de Santo André, localizado no bairro Cidade São Jorge, voltou ontem a receber 100% das 750 toneladas de resíduos coletados diariamente na cidade. A primeira etapa de reabertura do equipamento, que estava fechado havia seis anos, equivale à área de 12 mil m² e permite sobrevida do espaço em até quatro anos. Isso se houver colaboração dos moradores e ampliação da capacidade de reciclagem da cidade. Caso o reaproveitamento dos resíduos não seja ampliado, a vida útil se esgotará antes de 2018.
Estudo do lixo de Santo André encomendado pelo Semasa (Serviço Municipal de Saneamento Ambiental de Santo André) em 2013 (gravimetria), que fez raio X do que é descartado pelos moradores da cidade, detectou que o principal produto não orgânico misturado ao lixo comum é o plástico. Ele representa mais de 15% do lixo úmido do município, ou 97,5 toneladas, que seguem diariamente para o aterro sanitário sem necessidade.
A presidente da Sabesp (Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo), Dilma Pena, afirmou em entrevista ao Diário que pretende entrar na Justiça contra mensagem divulgada pelo Semasa (Serviço Municipal de Saneamento Ambiental de Santo André) que responsabiliza a autarquia estadual pela falta de água na cidade. O aviso é veiculado no disque informações do Semasa (115).