Nível dos reservatórios de água na Grande SP se aproxima de 40%
Cantareira, responsável por abastecer 9 milhões de pessoas, opera com 27,3% da capacidade; Estado tem plano de contingência.
Cantareira, responsável por abastecer 9 milhões de pessoas, opera com 27,3% da capacidade; Estado tem plano de contingência.
Região na zona sul da capital tem índices mais altos de chuva; governo do Estado diz que eventual priorização de um manancial não implica 'descontinuidade de outro'.
Na Faixa de Restrição, a SABESP pode captar até 23 metros cúbicos por segundo do Sistema Cantareira. Em condições de normalidade, essa captação pode chegar a 33m³/s.
O Sistema Cantareira, principal manancial da região metropolitana de São Paulo e responsável pelo atendimento de cerca de 9 milhões de pessoas, opera com 20,5% de capacidade nesta 2ª feira (19.jan.2026).
Relatório da agência reguladora aponta que em novembro de 2025 oito Estados registraram seca em 100% do território.
Um mês depois da publicação de um plano para economizar água, o “volume útil” dos reservatórios da região metropolitana de São Paulo registrou queda. Em 24 de outubro, quando a Arsesp (Agência Reguladora de Serviços Públicos do Estado de São Paulo) estipulou critérios para contenção do consumo, o nível do sistema integrado estava em 28,7%. Na segunda-feira (24.nov.2025), o nível estava em 26,6%.
Há um fantasma nas torneiras de São Paulo que preocupa os moradores: a histórica crise hídrica que teve seu auge entre os anos de 2014 e 2015.
A medida foi solicitada pela SABESP diante da severa estiagem que atinge a Região Metropolitana de São Paulo (RMSP).
O volume autorizado de retirada do sistema vai agora passar de 31 metros cúbicos por segundo (m3/s) para 27 m3/s.
Especialistas alertam para os riscos de estiagem e queda na quantidade de chuvas, cenário que remete à crise hídrica enfrentada em 2014.