Arsesp mantém redução da pressão em 10 horas e reforça metodologia com foco no Cantareira
Medida já economizou mais de 115 bilhões de litros de água e reforça a preservação dos reservatórios diante da aproximação do período seco
Medida já economizou mais de 115 bilhões de litros de água e reforça a preservação dos reservatórios diante da aproximação do período seco
Principal sistema de abastecimento de água da Região Metropolitana de São Paulo terminou a estação com 42,7% de capacidade; nível para essa época do ano vem caindo desde 2023
Desestatização da Sabesp possibilitou o maior investimento da história para ampliar o acesso da população à água e esgoto tratado
Decisão segue recomendação do Comitê de Integração das Agências para a Segurança Hídrica e visa preparar o Sistema Integrado para enfrentar o próximo período seco
Cantareira, responsável por abastecer 9 milhões de pessoas, opera com 27,3% da capacidade; Estado tem plano de contingência.
Região na zona sul da capital tem índices mais altos de chuva; governo do Estado diz que eventual priorização de um manancial não implica 'descontinuidade de outro'.
Na Faixa de Restrição, a SABESP pode captar até 23 metros cúbicos por segundo do Sistema Cantareira. Em condições de normalidade, essa captação pode chegar a 33m³/s.
O Sistema Cantareira, principal manancial da região metropolitana de São Paulo e responsável pelo atendimento de cerca de 9 milhões de pessoas, opera com 20,5% de capacidade nesta 2ª feira (19.jan.2026).
Relatório da agência reguladora aponta que em novembro de 2025 oito Estados registraram seca em 100% do território.
Um mês depois da publicação de um plano para economizar água, o “volume útil” dos reservatórios da região metropolitana de São Paulo registrou queda. Em 24 de outubro, quando a Arsesp (Agência Reguladora de Serviços Públicos do Estado de São Paulo) estipulou critérios para contenção do consumo, o nível do sistema integrado estava em 28,7%. Na segunda-feira (24.nov.2025), o nível estava em 26,6%.