saneamento basico

Ultrafiltração Capítulo 10: Automação e Instrumentação

 

No mundo atual lidamos sempre com novas tecnologias e softwares que estão presentes em nossas casas, na forma como dirigimos e ferramentas que mudam nosso trabalho diário.

Estas tecnologias também podem ser levadas para uma estação de tratamento de água para facilitar e integrar os processos. Tradicionalmente, as estações de tratamento de água convencionais possuem mão de obra intensiva, operações manuais, demanda elevada de químicos e baixo nível de automação.

Essa realidade mudou drasticamente no mundo nos últimos anos. Devido à adoção de membranas de ultrafiltração no mercado, as estações de tratamento de água permitiram uma revolução completa e uma nova forma de trabalhar. As membranas de ultrafiltração, juntamente com a instrumentação e automação do processo, formam o “sistema nervoso” da planta. Esses componentes unidos formam um sistema integrado que permite reduzir custos de operação, garantir qualidade e performance, além de gerenciar os riscos.

Para operar qualquer processo de forma eficiente, é essencial medir, atuar, registrar e controlar. As soluções digitais aproveitam o poder e o valor dos dados no monitoramento e gerenciamento da infraestrutura. Abaixo, você pode ver os principais benefícios:

  • Necessidade de água: membranas de ultrafiltração combinadas com soluções de automação e instrumentação permitem melhor controle da qualidade da água, pois os sensores podem identificar facilmente algum desvio e automaticamente corrigir ou enviar um sinal de alerta, reduzindo o risco da operação. Considerando as expectativas do usuário final e a utilização das informações geradas pelos sistemas, as estações de tratamento de água que utilizam a membrana de ultrafiltração são projetadas para operar durante muitos anos, inclusive com possibilidade de futuras expansões.
  • Comissionamento e facilidade na instalação e operação: Soluções projetadas do início ao fim, de acordo com os requisitos e necessidades do cliente. Gestão integral de sistemas elétricos e eletrônicos com a implementação de sistemas de proteção elétrica e dispositivos de proteção contra sobrecarga. Configuração de parâmetros pré-fixados e fáceis de ajustar durante a operação.
  • Custo de operação: A redução de custos com a automação pode ser obtida através de diferentes maneiras, a principal é a mão de obra, onde é possível otimizá-la porque o operador pode controlar o sistema com um computador local ou à distância e ter mais de uma estação de tratamento de água sob sua responsabilidade. A segunda redução de custo se dá pela economia de energia, onde o controle do sistema elétrico melhora o consumo de energia usando tecnologias como inversores de frequência e sistemas de maior eficiência energética. O terceiro ponto é o gerenciamento de ativos, onde todos os equipamentos podem funcionar de acordo com os melhores planos de manutenção. E, finalmente, os sensores pode fornecer um melhor controle da dosagem de produtos químicos conforme alterações de vazão e qualidade da água bruta.
  • Eficiência na Produção: Produzir água com mais eficiência e qualidade significa mais água para a população. As estações de tratamento de água que adotaram tecnologias de ultrafiltração automatizadas, que podem trabalhar inclusive em áreas remotas e isoladas, operam com menores custos operacionais e com elevada competitividade frente à sistemas convencionais.
Últimas Notícias:
Lixão Zero: 125 municípios goianos já fazem destinação ambientalmente correta de resíduos

Lixão Zero: 125 municípios goianos já fazem destinação ambientalmente correta de resíduos

Em Goiás, 125 municípios já realizam a destinação ambientalmente adequada dos resíduos sólidos urbanos. Os dados são do levantamento mais recente da Secretaria de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável de Goiás (Semad), feito em setembro como parte do Programa Lixão Zero, que tem o objetivo de encerrar todos os lixões a céu aberto no estado e estruturar a regionalização do saneamento básico.

Leia mais »

Poluição grave afeta 46% de ambientes aquáticos do mundo

“Sujos” ou “extremamente sujos”: estas são as classificações de 46% dos ambientes aquáticos do mundo. A conclusão é de um levantamento que compilou e sistematizou dados de 6.049 registros de contaminação por lixo em ambientes aquáticos de todos os continentes ao longo da última década.

Leia mais »