No acumulado anual, a companhia, que tem concessões no Rio, em Cuiabá e em Sergipe, fechou 2025 com R$ 2,7bi
A Iguá Saneamento encerrou o quarto trimestre de 2025 com receita líquida de R$ 804,3 milhões de reais, representando um crescimento de 58,8% a mais que o mesmo período do ano anterior.
Segundo a companhia, o resultado da receita recorde se deve a evolução das operações em Sergipe, iniciada em maio de 2025, e no Rio de Janeiro, prestes a completar cinco anos em atividade.
No acumulado do ano, a Iguá registrou R$ 2,7 bilhões de reais, sendo 42,5% em relação a 2024.
Iguá Saneamento cresce com receita recorde e amplia investimentos em 2025
“O avanço consistente dos resultados reflete a execução disciplinada da operação da Iguá Rio e pela consolidação da operação plena em Sergipe (…) seguimos avançando em obras estruturantes e consolidando as novas operações”, disse a companhia em comunicado.
Além de Sergipe e Rio. Além disso, a empresa também atua em Cuiabá (MT). Bem como em 28 cidades do sudoeste paranaense. Por meio de parceria público-privada (PPP) com a Sanepar (Companhia de Saneamento do Paraná). Adicionalmente, está presente no interior de São Paulo. Especialmente em cidades como Andradina, Castilho e Mirassol. Atualmente, ambas estão em processo de venda para a Sabesp (Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo).
Em volume faturado, a companhia atingiu 106,9 milhões de metros cúbicos, crescendo mais de 50% em relação ao período do ano anterior. No ano, foram 370,2 milhões de m³ (17,2% a mais).
Já em relação aos investimentos feitos pela empresa, os aportes nas redes de água e esgoto somaram mais de meio bilhão de reais (R$ 577,7 milhões) no ano, representando 17,2% em crescimento.
Em termos gerais, a Iguá seguiu com avanços recordes, somando os quase R$ 300 milhões de reais investidos no quarto trimestre do último ano, sendo R$ 299,2 milhões. No ano, foram R$ 828,2 milhões.
Ainda durante apresentação dos resultados. O CFO da companhia, João Luiz Guillaumon, destacou a melhora na inadimplência. Representada não só por clientes de pessoa física. Mas também jurídicas. Registrando -0,4% no último trimestre.
Segundo o executivo, o número representa um dos melhores patamares já registrados pela companhia, sendo resultado de iniciativas em relação à crédito e no aperfeiçoamento da apuração do indicador.
“Há mais recuperação de débitos do que débitos novos”, comentou.
Sobre perdas no faturamento, o Índice de Perdas no Faturamento (IPF) da companhia apresentou redução em 2025, passando de 48% para 46% no último trimestre.
Por fim, para a empresa, a medida é fruto de investimentos em “setorização de redes”. Além disso, decorre da modernização na infraestrutura. Bem como de ações de fiscalização. E ainda do combate às irregularidades.
Fonte: Cnn Brasil
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