saneamento basico

Operação Venda de Jato

A situação financeira de algumas das principais empreiteiras do país está ficando difícil e a venda de ativos é uma saída que será usada por várias delas para fazer caixa no curto prazo, na medida que a Petrobras está retendo pagamentos e suspendendo contratos e os bancos estão cautelosos para fornecer empréstimos.

Um executivo do setor disse ao Blog que é praticamente certo que algumas das empresas investigadas no âmbito da Operação Lava-Jato da Polícia Federal “não estarão mais entre nós” após esse processo.

A venda de participações societárias relevantes já está em estudo por empresas como Engevix e OAS, conforme noticiou o Valor ao longo desta semana. As duas avaliam se desfazer de suas fatias nos Aeroportos de Brasília e Guarulhos, que valem bilhões.

Já grupos como Mendes Júnior, que já carregava em seu balanço um alerta do auditor apontando risco de continuidade, e Iesa, que já estava em recuperação judicial antes mesmo do escândalo, correm risco ainda maior diante desse novo cenário de crédito curto.

Além dos investimentos societários, contudo, o jornal “Folha de S. Paulo” traz hoje reportagem que conta que a estratégia da OAS para levantar caixa incluir também a demissão de funcionários e a venda de aviões executivos.

É provável que não seja a única a entrar na Operação Venda de Jato.

Leia mais em:

http://www.valor.com.br/valor-investe/casa-das-caldeiras/3831488/operacao-venda-de-jato#ixzz3Md6JKNnG

Últimas Notícias:
Integração de sistemas no saneamento o risco operacional que começa na desorganização dos dados EOS Systems

Integração de sistemas no saneamento: o risco operacional que começa na desorganização dos dados | EOS Systems

No setor de saneamento, a falta de integração entre sistemas não é apenas um problema de TI; é um risco operacional sistêmico. Quando o sistema comercial (faturamento) não se comunica com o operacional (telemetria/GIS) e ambos ignoram o fiscal (ERP), a operação da concessionária entra em um ciclo de desorganização de dados, onde a informação se torna incompleta e a tomada de decisão perde efetividade.

Leia mais »
Novo marco legal do saneamento fracasso ou limites estruturais

Novo marco legal do saneamento: fracasso ou limites estruturais?

Nos últimos meses, uma sequência de notícias sobre concessões esvaziadas, revisões de modelagens e redução do interesse privado em projetos de saneamento reacendeu um debate incômodo. O novo marco legal do setor (Lei 14.026/2020) estaria falhando em sua principal promessa: a universalização dos serviços até 2033?

Leia mais »
O processo de privatização da Copasa é robusto

O processo de privatização da Copasa é robusto?

Ao final da desestatização da Copasa, surgiram críticas à “robustez” do modelo. Cito algumas: falta de previsão contratual suficiente de metas de universalização e qualidade; ausência de disciplina para áreas socialmente sensíveis; falta de transparência e açodamento na renegociação com os municípios e na regionalização; e erro no modelo de precificação das ações.

Leia mais »