NOVAS SOLUÇÕES PARA VELHOS PROBLEMAS DO SANEAMENTO
Vamos viajar neste despertar do setor de saneamento a partir da lei 14.026 de julho de 2020.
Vamos viajar neste despertar do setor de saneamento a partir da lei 14.026 de julho de 2020.
A Prefeitura de Hortolândia, em parceria com a Sabesp (Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo), concluiu, desde o início desta semana, diversas ações para a universalização da coleta e tratamento do esgoto em diferentes regiões da cidade.
Parte do antigo aterro foi transformada em um Parque Comunitário para lazer da população.
A expectativa do biólogo Cristiano Steffens não era animadora. Ele acompanhou as amostras coletadas pelo Laboratório Unianálises neste ano para o projeto “Viver Cidades”. Os resultados, porém, foram piores do esperado.
O semiárido brasileiro é um dos mais chuvosos do mundo, no entanto, enfrenta impasses devido ao baixo índice pluviométrico e a irregularidade das chuvas, comprometendo serviços básicos de saneamento como o abastecimento de água, sendo este o objeto de estudo do presente trabalho.
O acordo também estimula projetos conjuntos e a aproximação das comunidades científicas e de empreendedorismo inovador. A análise do texto segue agora ao Plenário do Senado.
A Comissão de Infraestrutura (CI) do Senado aprovou, nesta terça-feira (10), um projeto de lei (PLS 302/2018) que visa a estimular a produção de biogás, biometano e energia elétrica a partir do aproveitamento do lixo de aterros sanitários.
Para Joelma Silvestre, coordenadora de Aspectos Sociais do João Pessoa Sustentável, “esse encontro é de extrema importância porque os agentes de saúde estão lidando diretamente com as famílias que o programa vai atender.
Newton Lima Azevedo, presidente do Hydrus do Brasil e membro do conselho do International Water Bank discursou sobre a necessidade de capacitação para preencher uma lacuna predominante no setor, que é a falta de mão-de-obra capacitada.
Mais especificadamente, o objetivo desse trabalho foi aplicar ferramentas de modelagem matemática, expressos no Modelo Hidrológico de Grandes Bacias (MGB) e WARM-GIS Tools, ambos os modelos desenvolvidos pelo Instituto de Pesquisas Hidráulicas (IPH) da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), na intenção de realizar a modelagem hidrológica e o balanço hídrico quantitativo dos recursos hídricos, respectivamente.