Entenda por que São Paulo está ficando sem água
Estiagem histórica e falta de ações do poder público provocaram atual colapso no abastecimento
Estiagem histórica e falta de ações do poder público provocaram atual colapso no abastecimento
Chance de escassez como a que afeta São Paulo é improvável, mas Estado tem três rios entre os dez mais poluídos do Brasil
Professor na Universidade da Califórnia, em Berkeley, Sedlak é uma das maiores autoridades no desenvolvimento de tecnologias voltadas para a segurança hídrica das cidades.
Em meio a uma das maiores crises hídricas da história, a Prefeitura de Holambra (SP) pretende terceirizar os serviços de água e esgoto do município, sob a justificava de falta de recursos para investimentos futuros
O Ministério Público de Pernambuco (MPPE) expediu três recomendações, sendo duas dirigidas à Companhia Pernambucana de Saneamento (Compesa) e uma à Secretaria de Saúde do Recife, para que esses órgãos tomem as providências necessárias para garantir a qualidade da água e prestar informações à população
É fato que os avanços nas melhorias em serviços de água e esgotos, assim como na redução das perdas de água nas grandes cidades do País continuam lentos
A crise no abastecimento de água que atinge o Estado de São Paulo foi tema do seminário Refletindo sobre a crise na água, realizado nesta quarta-feira (29/10) pelo curso de Planejamento Territorial da UFABC (Universidade Federal do ABC). O modelo de gestão da água foi criticado por especialistas, que apontaram a falta de planejamento como o principal agente da crise.
A água é, com certeza, um dos recursos naturais mais importantes que a sociedade possui. Em um primeiro momento durante a história do homem, desenvolveu-se a errônea idéia de que a água era um bem renovável e abundante, sendo utilizada de forma indiscriminada, tanto para o consumo, quanto para a diluição de poluentes e fonte de despejo de dejetos.
Governador de SP pediu o estabelecimento de prioridade para o consumo humano e o fim da cobrança de impostos para empresas de saneamento.
O Departamento de Água e Esgoto de Marília (DAEM) está adotando medidas inéditas para o reaproveitamento da água utilizada nos tanques de decantação da ETA do Rio do Peixe, além de promover a limpeza mais precisa do lodo gerado durante o processo de captação e abastecimento. Com a medida, garante mais 8 milhões de litros de água que antes eram descartados no processo de limpeza.