Brasil pode gerar entre 15 e 22 bilhões de litros de chorume por ano
A disposição de resíduos sólidos urbanos em aterros sanitários produz um dos efluentes mais complexos do saneamento ambiental: o lixiviado, popularmente conhecido como chorume.
A disposição de resíduos sólidos urbanos em aterros sanitários produz um dos efluentes mais complexos do saneamento ambiental: o lixiviado, popularmente conhecido como chorume.
O Estado de São Paulo ostenta uma das maiores e mais complexas infraestruturas de disposição final de resíduos sólidos urbanos da América Latina. Dados da Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (CETESB) indicam que o estado contava, em 2023, com 302 aterros sanitários em operação, recebendo cerca de 39 mil toneladas diárias de resíduos.
Um estudo do Mestrado em Ciências do Meio Ambiente da Universidade Veiga de Almeida aponta que 18 aterros sanitários do Rio de Janeiro geram cerca de 4,5 milhões de litros de chorume por dia.
A diretora do Departamento de Qualidade Ambiental da Secretaria de Qualidade Ambiental do Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA). Thaianne Resende Henriques Fábio, afirmou que a atualização da Resolução Conama nº 430 deverá proibir a prática de diluição de chorume em sistemas de esgotamento sanitário.
A sociedade espera uma norma mais moderna, mais transparente e mais protetiva. Não podemos permitir que interesses econômicos comprometam a qualidade das águas e a saúde das futuras gerações.
Nova área de 8 mil m² recebe até 500 mil toneladas de resíduos e prolonga a vida útil do equipamento municipal
A Justiça da Bahia suspendeu os efeitos financeiros da renovação de um contrato de R$ 2,67 bilhões para a operação do Aterro Sanitário Metropolitano Centro, em Salvador.
A Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) recebeu a Indicação Legislativa nº 660/2026, de autoria do deputado estadual Renato Machado.
O artigo científico “Impact assessment of concentrate recirculation on the landfill gas production”, de autoria de Nikola M. Džolev e Goran V. Vujić, foi publicado em 2016 no periódico internacional Thermal Science, volume 20, nº 4, páginas 1283–1294, com DOI 10.2298/TSCI160401137D.
O novo secretário estadual do Ambiente, Rodrigo Mascarenhas, está começando forte o seu trabalho de preservação ouvindo os líderes do setor. Já está na sua agenda a indenização dos pescadores de Sepetiba: existem R$ 6 milhões depositados há três anos que ainda não saíram do papel.