PF indicia lobista e 12 executivos de empreiteiras na Operação Lava Jato
A Polícia Federal indiciou, no mais recente desdobramento da Operação Lava Jato, 12 funcionários de empresas da construção civil, incluindo o presidente da Construtora OAS,
A Polícia Federal indiciou, no mais recente desdobramento da Operação Lava Jato, 12 funcionários de empresas da construção civil, incluindo o presidente da Construtora OAS,
A Companhia firmou novo compromisso na Promotoria Pública de sanar os vários problemas que acarretam na falta de água constantemente. A Caerd também terá que providenciar em no máximo 45 dias o funcionamento do booster, que é um pressurizador de rede de água, no Residencial Colina Park.
Mesmo após a concessão da Companhia de Saneamento da Capital em 2012 à CAB Cuiabá, a Sanecap ainda acumula prejuízos na ordem de R$ 147,3 milhões
Projeto de lei encaminhado pelo prefeito Beto Costa à Câmara Municipal de Goioerê prevê a renovação da concessão para que a Sanepar administre os serviços de saneamento básico – abastecimento de água e esgoto sanitário – no município por um período de 30 anos.
O projeto assim como em Confresa, Sinop, Cuiabá, Campo Verde e outro municípios pretendem passar a concessão por um determinado período para uma empresa privada
Vereadores ameaçam derrubar a lei do contrato de concessão de 30 anos para a Caerd explorar o serviço de fornecimento de água no município de Ouro Preto do Oeste. O promotor Victor Ramalho Monfredinho convocou técnicos e representantes da Companhia e os vereadores para discutir sobre o assunto que já foi pauta naquela Promotoria.
Os poucos o governador Wellington Dias vai montando sua equipe de auxiliares e preenchendo os cargos nas principais secretarias, órgãos da administração indireta e empresas do Estado. Nesta segunda-feira (01.12) ele anunciou o nome do deputado eleito Francisco Lima (PT) para a Secretaria de Desenvolvimento Rural - SDR.
Vereadores querem saber se há risco de racionamento; estatal diz que situação é normal
A Justiça estadual acatou pedido cautelar do Ministério Público do Estado do Pará, por meio da promotora de Justiça Aline Tavares Moreira, e suspendeu a realização da audiência pública marcada para o dia 2 de dezembro para discussão de edital e contrato de concessão do serviço público de abastecimento de água potável e esgotamento sanitário em Marabá, bem como determinou a suspensão pelo prazo de 90 dias a contar desta decisão do processo de consulta pública sobre o assunto.
Onze entidades da sociedade civil de Maringá formalizaram pedido à câmara municipal para que revogue a lei nº 9836/2014,