O Brasil vai entregar o saneamento prometido?
Desafios para a universalização até 2033 Seis anos após a aprovação do Marco Legal do Saneamento Básico, o Brasil registra avanços importantes na atração de investimentos. Também houve avanços em…
Desafios para a universalização até 2033 Seis anos após a aprovação do Marco Legal do Saneamento Básico, o Brasil registra avanços importantes na atração de investimentos. Também houve avanços em…
A Agência Nacional de Águas (ANA) prevê publicar em novembro a norma de referência que deverá guiar a adaptação do setor de saneamento com a reforma tributária, que poderá elevar a carga das empresas em até 18%, na avaliação de companhias.
A crise global do saneamento não é mais uma questão de escassez de capital. É uma questão de quem consegue estruturar um acordo que realmente se concretize — e as economias emergentes estão escrevendo o manual.
O saneamento brasileiro precisa de bilhões em investimentos para avançar rumo à universalização. Mas, diante de juros elevados, maior endividamento e novas incertezas regulatórias e tributárias, uma pergunta se torna cada vez mais importante: quem vai financiar a segunda metade desse caminho?
Os projetos de PPP (Parceria Público-Privada) para gestão de resíduos sólidos estão sendo adiados devido a dificuldades regionais e a entraves setoriais. A avaliação é do secretário adjunto de Infraestrutura Social e Urbana da Seppi (Secretaria Especial do Programa de Parcerias de Investimentos), da Casa Civil, Manoel Renato Machado Filho.
O setor de saneamento entrou em uma nova fase. Com projetos já estruturados e investimentos batendo recordes, os desafios agora são a consolidação de contratos, segurança regulatória e novos modelos de financiamento.
O BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) prepara projeto para selecionar gestores de fundos privados de infraestrutura que invistam em participação societária em projetos no Brasil.
Na verdade, ocorre exatamente o contrário: o próprio ordenamento jurídico prevê a constituição da SPE. A Lei de PPPs, por exemplo, determina que o parceiro privado constitua uma SPE para implantar e gerir o empreendimento. Ou seja, a suposta “fraude à licitação” é um requisito legal da operação. Na Lei de Concessões, a figura é facultativa e sujeita a uma escolha racional de projeto a projeto.
Sem concorrência, o consórcio Centro Oeste Tratamento de Resíduos venceu, na sexta-feira (31 de Julho). O leilão de concessão para operar os serviços de manejo de resíduos sólidos urbanos nos 31 municípios integrantes do Cias (Consórcio Intermunicipal Multifinalitário do Centro-Oeste Mineiro).
Associação aponta dúvidas sobre tarifas, metas de universalização e futuro da Copanor; presidente da companhia ressalta acordo para levar tratamento de esgoto a 273 municípios