Águas de Teresina alerta para diferença entre rede pluvial e rede de esgoto
A rede coletora é responsável por coletar resíduos escoados pelos ralos, pias e vasos sanitários, levando até a Estação de Tratamento de Esgoto (ETE).
A rede coletora é responsável por coletar resíduos escoados pelos ralos, pias e vasos sanitários, levando até a Estação de Tratamento de Esgoto (ETE).
São 212 municípios (71,8%) com índice zero para rede de esgoto no Estado; gestores precisam superar desafios para atender a meta da universalização dos sistemas até 2033
Entupimento do sistema de esgoto A Baixada Santista vem registrando pancadas de chuva, típicas do verão. Diante desse cenário, a Sabesp alerta para o aumento dos casos de entupimentos dos…
Uma das diretrizes desta parceria é evitar o descarte irregular de dejetos do esgoto doméstico nas redes de águas pluviais.
Os atuais índices de esgotamento sanitário mostram como a cidade já ganhou com a melhoria dos rios.
No SNIS (Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento) há dados que impressionam de forma negativa. Conforme os números, 37 municípios apresentam índice 0% para a instalação da rede coletora de esgoto.
Pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP) desenvolveram um modelo robotizado para automatizar o processo de análise da água após o tratamento do esgoto sanitário, aumentando a precisão dos resultados e reduzindo o uso de solventes tóxicos e caros.
O Governo do Estado, por meio da Empresa Baiana de Águas e Saneamento (Embasa), vem investindo R$ 2,7 milhões, de recursos próprios, para ampliar o atendimento para mais 6,8 mil moradores.
A Iguá – concessionária de saneamento básico que atende 18 bairros da Zona Oeste do Rio – adotou um método sustentável para o descarte do lodo gerado no processo de tratamento de esgoto da ETE Barra.
O projeto de extensão teve como intuito contribuir com as ações de monitoramento e avaliação de políticas públicas no Município de Foz de Iguaçu, tornando dados técnicos relevantes em informação transparente e acessível para a população.