Lixo eleitoral: o papel que enterra floresta e educação
Campanha acaba, o lixo fica. Santinho, praguinha, panfleto. Papel que suja bueiro, entope galeria e volta como enchente. É resíduo eleitoral, mas o custo é ambiental e educacional.
Campanha acaba, o lixo fica. Santinho, praguinha, panfleto. Papel que suja bueiro, entope galeria e volta como enchente. É resíduo eleitoral, mas o custo é ambiental e educacional.
Considerado o principal afluente do Tietê, o canal do Rio Pinheiros tem enfrentado problemas históricos com esgoto clandestino, carga orgânica elevada e toneladas de lixo, por cerca dos 25 quilômetros que percorre pela cidade de São Paulo.
Pense na quantidade de plásticos que você usa e descarta diariamente. É um copo de água no escritório, uma embalagem de delivery no almoço, um prato e um garfinho no aniversário na firma, uma garrafa de suco e o pacote de chocolate depois do jantar. Multiplique essas cenas por bilhões de pessoas e terá uma vaga noção do tamanho da geração de resíduos no planeta.
A Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) recebeu a Indicação Legislativa nº 660/2026, de autoria do deputado estadual Renato Machado.
O artigo científico “Impact assessment of concentrate recirculation on the landfill gas production”, de autoria de Nikola M. Džolev e Goran V. Vujić, foi publicado em 2016 no periódico internacional Thermal Science, volume 20, nº 4, páginas 1283–1294, com DOI 10.2298/TSCI160401137D.
A paixão aflorada pelo futebol e o prazer de completar os álbuns de figurinhas, populares em anos de Copa do Mundo, podem estar por trás da intensificação de um problema ambiental de difícil solução.
Dos mais de 81 milhões de toneladas de resíduos sólidos produzidos no Brasil em 2025, cerca de 40% tiveram destinação inadequada.
Pesquisadores do Laboratório de Quimio-Biologia Computacional (CCBL) da Faculdade de Ciências Farmacêuticas de Ribeirão Preto (FCFRP) da USP criaram um sistema de biorreator semiautomatizado, de baixo custo e código aberto, para estudos com culturas microbianas. O desenvolvimento e validação do equipamento foram detalhados em artigo publicado na revista ACS Omega.
Brasília, 27 de maio de 2026 – O Programa Nacional do Metano Zero (MetanoZero), atualmente em tramitação no Senado Federal sob o Projeto de Lei (PL) nº 3.311/2025, passou a integrar oficialmente o Plano Nacional de Transição Energética (PLANTE). O programa do governo federal foi criado para coordenar a transição do Brasil rumo a uma matriz energética mais limpa, sustentável e de baixa emissão de carbono.
No dia 17 de maio de 2026, foi celebrado o Dia Mundial da Reciclagem. A data deveria servir não apenas para campanhas institucionais e discursos protocolares, mas principalmente para uma profunda reflexão sobre a realidade brasileira na gestão de resíduos sólidos e no reaproveitamento de materiais recicláveis.