BNDES deve lançar na sexta-feira primeiros editais para saneamento
De acordo com Maria Silvia, presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), os prazos de concessão dependerão da situação e do Estado.
De acordo com Maria Silvia, presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), os prazos de concessão dependerão da situação e do Estado.
O fórum promoverá o debate sobre os principais temas para o desenvolvimento do setor no Brasil e a experiência britânica em modelagem, financiamento, gestão e inovação em projetos de infraestrutura de água e esgoto.
Ananindeua tem o pior saneamento dentre as 100 maiores cidades do país. A diarreia é a doença responsável pela maioria das internações.
A capital está entre elas e também se destaca por ser a segunda capital que menos evoluiu em tratamento de esgoto, ficando atrás apenas de Manaus.
As novas regras para elaboração de estudos de viabilidade técnica e econômico-financeira para os serviços de saneamento ambiental, instituída no fim de 2016 pelo Ministério das Cidades, são um grande avanço para o setor e devem estimular o aprimoramento na gestão de resíduos e efluentes no País.
Você já parou para pensar que quase 100% dos lares brasileiros tem acesso à energia elétrica, que existem mais linhas de celular ativas do que cidadãos, mas que cerca de 17% dos lares brasileiros não têm acesso a água e impressionantes 50% não têm rede de coleta de esgoto?
A audiência final do Plano Municipal de Saneamento Básico (PMSB), realizada nessa quarta-feira (15) à noite no plenário da Câmara Municipal, mostrou que Bauru precisará gastar R$ 999 milhões (em valores atuais) neste setor.
"Se você pensar o Plano Nacional de Saneamento foi promulgado dezembro 2013 e estimou que o Brasil deveria gastar R$ 300 bilhões em 20 anos [para universalizar o sistema], teríamos então de ter aí entre R$ 15 e 16 bilhões por ano só para cumprir com o deficit.
A diretora de infraestrutura e sustentabilidade do banco, que já foi presidente do Ibama, afirmou que "o Ibama não dá conta" de conceder licenças ambientas no ritmo necessário para diminuir os déficits de saneamento.
A coordenadora de ambiente do Instituto Ilhabela Sustentável cita ainda condomínios luxuosos que despejam o esgoto diretamente em córregos no interior da ilha. "Você vê que o problema é a falta de consciência, não importa a classe social."