Cinco cidades do RJ estão entre as dez que mais precisam e menos aumentaram rede de esgoto
A capital está entre elas e também se destaca por ser a segunda capital que menos evoluiu em tratamento de esgoto, ficando atrás apenas de Manaus.
A capital está entre elas e também se destaca por ser a segunda capital que menos evoluiu em tratamento de esgoto, ficando atrás apenas de Manaus.
As novas regras para elaboração de estudos de viabilidade técnica e econômico-financeira para os serviços de saneamento ambiental, instituída no fim de 2016 pelo Ministério das Cidades, são um grande avanço para o setor e devem estimular o aprimoramento na gestão de resíduos e efluentes no País.
Você já parou para pensar que quase 100% dos lares brasileiros tem acesso à energia elétrica, que existem mais linhas de celular ativas do que cidadãos, mas que cerca de 17% dos lares brasileiros não têm acesso a água e impressionantes 50% não têm rede de coleta de esgoto?
A audiência final do Plano Municipal de Saneamento Básico (PMSB), realizada nessa quarta-feira (15) à noite no plenário da Câmara Municipal, mostrou que Bauru precisará gastar R$ 999 milhões (em valores atuais) neste setor.
"Se você pensar o Plano Nacional de Saneamento foi promulgado dezembro 2013 e estimou que o Brasil deveria gastar R$ 300 bilhões em 20 anos [para universalizar o sistema], teríamos então de ter aí entre R$ 15 e 16 bilhões por ano só para cumprir com o deficit.
A diretora de infraestrutura e sustentabilidade do banco, que já foi presidente do Ibama, afirmou que "o Ibama não dá conta" de conceder licenças ambientas no ritmo necessário para diminuir os déficits de saneamento.
A coordenadora de ambiente do Instituto Ilhabela Sustentável cita ainda condomínios luxuosos que despejam o esgoto diretamente em córregos no interior da ilha. "Você vê que o problema é a falta de consciência, não importa a classe social."
Destinado a municípios e serviços públicos de saneamento, o edital será publicado ainda no primeiro semestre de 2017, com a previsão de aproximadamente R$ 2 bilhões para financiamentos.
A Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) adiou para quinta-feira (9) o início das discussões do projeto de lei que autoriza a privatização da empresa estadual de saneamento Cedae e garante ao governo estadual um empréstimo para pagar salários dos servidores.
O governo federal vem trabalhando nos últimos meses para elaborar uma proposta com o objetivo de “privatizar” as empresas estaduais de saneamento, vinculando esta transação ao equacionamento de um déficit fiscal que existe em vários estados do Brasil.