Sabesp será denunciada no Cade pela Prefeitura de Santo André
“É desespero”, afirma o advogado Rubens Naves"
“É desespero”, afirma o advogado Rubens Naves"
O Tribunal de Contas do Estado de São Paulo (TCE/SP) solicitou informações ao Superintendente do Serviço Municipal de Saneamento Ambiental de Santo André (SEMASA) a respeito da licitação de parceria público-privada (PPPs) conduzida pela empresa pública.
A Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) informa que fechou nesta segunda-feira, 10, um protocolo de intenções com o município de Santo André para elaborar estudos e a avaliações com o objetivo de equacionar as dívidas existentes entre ambos.
Conforme a Sabesp, assim como Guarulhos, na Região Metropolitana, Santo André e Mauá reduziram seu consumo de água em apenas 17% em comparação com fevereiro de 2014. Já São Bernardo e São Caetano, por exemplo, apresentaram consumo 30% menor no período avaliado.
De acordo com o superintendente do Semasa a autarquia produz atualmente 60 litros por segundo de água de reúso, mas tem potencial para chegar a 100 litros por segundo
As prefeituras de Mauá e Santo André não concordaram com a proposta da Odebrecht Ambiental para construção de usina de incineração de lixo que gerasse energia para o polo petroquímico, instalado na divisa das cidades.
O edital para elaboração de projeto, execução e operação da segunda Estação de Tratamento de Água (ETA) em Santo André, com adutoras, booster e reservatórios, foi publicado ontem (24), em Diário Oficial. O equipamento vai aumentar a produção de água no município dos atuais 6% para 25% do total consumido. Com a concessão, a prefeitura espera receber ao menos R$ 200 milhões.
A execução das obras do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) Saneamento segue em ritmo lento na região do grande ABC.
Em meio à crise hídrica do sistema Cantareira, o Semasa (Serviço Municipal de Saneamento Ambiental de Santo André) dará em abril, mês de aniversário da cidade, mais um passo para depender menos da Sabesp (Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo).
O aterro municipal de Santo André, localizado no bairro Cidade São Jorge, voltou ontem a receber 100% das 750 toneladas de resíduos coletados diariamente na cidade. A primeira etapa de reabertura do equipamento, que estava fechado havia seis anos, equivale à área de 12 mil m² e permite sobrevida do espaço em até quatro anos. Isso se houver colaboração dos moradores e ampliação da capacidade de reciclagem da cidade. Caso o reaproveitamento dos resíduos não seja ampliado, a vida útil se esgotará antes de 2018.