Saneamento: legislação deve garantir investimentos
Parlamentares defenderam que marcos regulatórios seguros devem garantir os avanços no setor de saneamento básico no país e assegurar a sustentabilidade ao longo dos contratos de longo prazo.
Parlamentares defenderam que marcos regulatórios seguros devem garantir os avanços no setor de saneamento básico no país e assegurar a sustentabilidade ao longo dos contratos de longo prazo.
Seis anos após a sanção do Marco Legal do Saneamento Básico, apenas 11 das 100 maiores cidades do país alcançaram a universalização dos serviços de água e esgoto, evidenciando um cenário ainda desafiador e marcado por profundas desigualdades na infraestrutura básica.
Uma das fragilidades do sistema brasileiro é o desperdício: cerca de 40% da água captada nos mananciais se perde antes de chegar à população
Os serviços de tratamento de esgoto avançam mais devagar. Em comparação, ficam atrás dos serviços de tratamento de água e de coleta de esgoto.
Dados mais recentes do setor indicam que investimento médio ainda está longe do patamar estimado para garantir acesso universal a água tratada e coleta de esgoto no país.
A ABCON lançou, em Brasília, a Agenda Legislativa do Saneamento 2026, documento técnico que reúne e analisa as principais propostas em tramitação no Congresso Nacional com impacto direto no setor de saneamento básico.
Resultado trimestral da Sabesp (SBSP3) mostra estabilidade no lucro, crescimento de EBITDA e ganhos de eficiência, com impacto positivo da expansão da base de clientes e redução de custos.
O governo de São Paulo vai prever nos contratos de concessão dos novos blocos de saneamento um arcabouço regulatório para a prestação dos serviços de drenagem nos municípios que aderirem ao novo desenho de regionalização.
Projeto prevê mais de R$ 3 bilhões em investimentos e deve beneficiar 85 municípios. A Companhia de Água e Esgotos da Paraíba (CAGEPA) anunciou a prorrogação dos prazos do leilão da Parceria Público-Privada (PPP).
Agenda Regulatória de 2026 prevê revisão de normas, indicadores de desempenho e novas regras para acompanhar os serviços públicos