Avanços no saneamento esbarram na baixa capacitação em todos os níveis
De fato, em uma retrospectiva dos últimos 20 anos, constata-se que os aportes mais significativos de recursos se estenderam até
Após o consumo em atividades domésticas, a água incorpora impurezas de diversas naturezas, muitas delas nocivas ao ser humano e ao ambiente, caracterizando o que é conhecido como esgoto sanitário.
Um sistema de esgotamento sanitário pode ser entendido como conjunto de infraestruturas, equipamentos e serviços, nesse caso, com o objetivo de coletar e tratar os esgotos domésticos e com isso evitar a proliferação de doenças e a poluição de corpos hídricos após seu lançamento na natureza
De fato, em uma retrospectiva dos últimos 20 anos, constata-se que os aportes mais significativos de recursos se estenderam até
O relatório faz uma análise dos indicadores do Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento (SNIS), ano de 2021, publicado pelo
O trabalho proposto pretende verificar em que medida a legislação ambiental brasileira, relacionada à proteção dos recursos hídricos e o
Nesse sentido, o artigo tem por objetivo classificar os municípios das Bacias PCJ a partir de cada fator, segundo o
O problema é ainda agravado quando se trata da população mais pobre e periférica do país, que possui acesso ainda
Desta forma, o presente trabalho objetiva estudar o desempenho de uma CCM com cátodo ao ar, alimentada em modo batelada
O presente trabalho busca diagnosticar e discutir as principais dificuldades e motivações vivenciadas diante do Processo de Implantação do Saneamento
A pesquisa teve como objetivo avaliar as principais alternativas para valorização energética do biogás produzido em reatores UASB tratando esgoto
O presente trabalho mostra que é possível atingir remoções de coliformes totais (CT) e Escherichia coli (E. coli), em esgoto doméstico, previstas
O projeto de extensão teve como intuito contribuir com as ações de monitoramento e avaliação de políticas públicas no Município
Apesar dos graves problemas provocados pelas grandes enchentes e pela escassez crescente de água em vários lugares do planeta, muitos ainda encaram a disponibilidade de recursos hídricos apenas como um reflexo das mudanças climáticas. Especialistas e gestores frequentemente interpretam secas, enchentes e eventos extremos como sintomas dessa pauta. Esse tipo de análise, no entanto, limita a compreensão do problema.
Por que a segurança hídrica depende mais de decisões estruturais do que da chuva. Uma declaração recente do diretor regional da Sabesp, Marco Barros, reacendeu um debate essencial sobre segurança hídrica: “Nós não fabricamos a água, a gente trata a água”