Política de Resíduos Sólidos do RN cria Bolsa Catador e ICMS Ecológico
Catadores, empresas e municípios do Rio Grande do Norte podem ganhar benefícios com a nova Política Estadual de Resíduos Sólidos.
Resíduos sólidos são todos os materiais que resultam das atividades humanas e que muitas vezes podem ser aproveitados tanto para reciclagem como para sua reutilização.
A denominação “resíduo sólido” é usada para nominar o “lixo” sólido e semissólido, proveniente das residências, das indústrias, dos hospitais, do comércio, de serviços de limpeza urbana ou da agricultura
Catadores, empresas e municípios do Rio Grande do Norte podem ganhar benefícios com a nova Política Estadual de Resíduos Sólidos.
O município é o primeiro da região a fazer o manejo sustentável desses resíduos, recolhendo, processando e dando uma destinação
O Ministério Público da Paraíba (MPPB) divulgou que nove municípios paraibanos ainda utilizam lixões para despejar resíduos sólidos em terrenos
A Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação do Distrito Federal (Secti) pretende dar início, no próximo mês, a implementação de
O último prazo é para municípios que constam com população inferior a 50 mil habitantes, conforme o Censo de 2010
Uma pesquisa que investigou a gestão pública de resíduos sólidos em Minas Gerais apontou os principais desafios no gerenciamento do
O tratamento desses efluentes antes que sejam depositados em recursos hídricos, como os rios, evita a poluição desses ambientes e
A maior parte em países de baixa renda, onde a geração deve triplicar. Em 2016, 2 bilhões de toneladas/ano foram
Intitulada Contribuições científicas em resíduos sólidos: compilação de estudos do Neper, reúne todos os estudos conduzidos pelo grupo até 2022.
Sessão pública de abertura das propostas estava agendada para segunda-feira (18).
Apesar dos graves problemas provocados pelas grandes enchentes e pela escassez crescente de água em vários lugares do planeta, muitos ainda encaram a disponibilidade de recursos hídricos apenas como um reflexo das mudanças climáticas. Especialistas e gestores frequentemente interpretam secas, enchentes e eventos extremos como sintomas dessa pauta. Esse tipo de análise, no entanto, limita a compreensão do problema.
Por que a segurança hídrica depende mais de decisões estruturais do que da chuva. Uma declaração recente do diretor regional da Sabesp, Marco Barros, reacendeu um debate essencial sobre segurança hídrica: “Nós não fabricamos a água, a gente trata a água”