Saneamento básico: como chegar à universalização dos serviços
A falta de saneamento básico é um dos mais graves problemas sanitários, ambientais e de saúde pública no Brasil.
A falta de saneamento básico é um dos mais graves problemas sanitários, ambientais e de saúde pública no Brasil.
Os serviços relacionados à drenagem e manejo de águas pluviais urbanas parecem, finalmente, estar capturando alguma atenção da agenda institucional dos municípios brasileiros.
O Plano deve ser fruto de um processo de planejamento participativo, integrado e sustentável, de uma construção coletiva e não um produto eminentemente técnico, e sua visão como processo requer a incorporação de perspectiva estratégica, que propicia transformá-lo em ação efetiva.
Embora a literatura sobre saneamento seja vasta, a relação entre a estrutura institucional local e a capacidade de planejamento continua a ser uma lacuna na área, afetando o desempenho das políticas locais para expandir o acesso a estes serviços.
O Ministério Público Federal (MPF) divulgou, na quinta-feira (5), alerta aos municípios do Pará sobre o prazo para o envio de informações ao Sistema Nacional de Informações em Saneamento Básico (Sinisa). A coleta de dados segue aberta até 15 de julho.
Empresa celebra biênio 2023/2024 marcado pela inauguração da planta industrial em Valinhos e expansão nas áreas de atuação.
A capital de Pernambuco, Recife, é uma cidade marcada por sua diversidade cultural vibrante, relevância histórica e papel central no Nordeste brasileiro.
O Ministério das Cidades anunciou a reabertura da seleção pública do Novo PAC para projetos de prevenção a desastres naturais voltados à drenagem urbana com recursos do Orçamento Geral da União (OGU).
A Prefeitura de Balneário Camboriú, por meio da Empresa Municipal de Água e Saneamento (Emasa), firmou um termo de cooperação com a empresa Wastech Brasil para o desenvolvimento de uma tecnologia inovadora que transforma o lodo gerado na Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) em pedra inerte.
A Baía de Guanabara voltou a respirar. Nos últimos anos, o cartão-postal do Rio de Janeiro deixou de receber cerca de cinco bilhões de litros de esgoto não tratado por mês.