Câmara Municipal de São Paulo deve votar na segunda-feira (02) PL para viabilizar usina de recuperação energética na cidade
O objetivo do PL é implementar na mesma área uma URE.
O objetivo do PL é implementar na mesma área uma URE.
A Senadora Rosana Martinelli (PL-MT) participará da delegação brasileira que irá realizar a 2ª edição do Programa Internacional de Descarbonização no Setor de Resíduos BR-EUA, que ocorre entre os dias 28 de setembro e 5 de outubro de 2024.
A partir do acordo, as instituições irão colaborar por meio da troca de conhecimento quanto às melhores práticas em regulamentação e políticas, bem como tecnologia e desenvolvimento de projetos.
O evento, realizado na sede da FIEMG, contou com a participação de autoridades públicas, instituições, empresas e acadêmicos, em evento voltado à cooperação estratégica entre Brasil e União Europeia.
A Associação Brasileira de Recuperação Energética de Resíduos (ABREN) e a Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (FIEMG) realizarão, em 28 de maio, um workshop para apresentar e discutir detalhes a respeito do projeto Diálogo UE-Brasil sobre a redução de metano no setor de resíduos agrícolas e urbanos.
A audiência foi realizada por iniciativa do senador Jorge Seif (PL-SC), que presidiu o debate. Uma segunda audiência pública sobre o tema está prevista para 21 de maio.
A Associação Brasileira de Recuperação Energética de Resíduos (ABREN) lançou, durante a feira IFAT Brasil, maior evento de tecnologia ambiental do mundo, que aconteceu na última semana, nos dias 24, 25 e 26 de abril, em São Paulo, a iniciativa Diálogo UE-Brasil sobre a redução de metano no setor de resíduos agrícolas e urbanos.
O MethaneSAT, satélite mais avançado do mundo dedicado à detecção de metano, entrou em órbita na segunda-feira (4) em um movimento que representa um marco rumo ao avanço tecnológico e ambiental na luta contra as mudanças climáticas, com implicações importantes para o Brasil e o mundo.
No início da última semana, a Comissão da União Europeia anunciou a recomendação de redução das emissões líquidas de gases de efeito estufa em 90% até 2040, em comparação com os níveis de 1990. A meta é direcionada aos países europeus, mas levando-se em conta o cenário brasileiro, existe muito potencial para que o país contribua com o combate às mudanças climáticas e a promoção do desenvolvimento sustentável.
Embora o melhor caminho seja a reciclagem, a realidade é que falta no país cultura e planejamento para lidar com os resíduos sólidos urbanos.