Obras da Adutora do Agreste têm ritmo acelerado
A Adutora do Agreste, a maior obra hídrica em execução no Brasil, ganha um novo ritmo, tendo 15 frentes de trabalho simultâneo em janeiro de 2017.
A Adutora do Agreste, a maior obra hídrica em execução no Brasil, ganha um novo ritmo, tendo 15 frentes de trabalho simultâneo em janeiro de 2017.
A gestão sustentável das bacias hidrográficas pode ter obras de engenharia que proteja a população, mas também outras medidas que recupere gradualmente os rios do escoamento natural das águas e regenere a biota local.
O evento foi dividido em dois painéis. O primeiro, com o tema “Como Salvar Nossas Reservas”, contou com palestrantes da The Nature Conservancy Brasil, Fundação SOS Mata Atlântica e Aliança pela Água. O segundo painel, sobre “A Seca que nos Ameaça”, teve a participação do Departamento Nacional de Obras Contra as Secas - DNOCS, Companhia de Água e Esgoto do Ceará - Cagece e Confederação Nacional da Indústria - CNI.
Apesar do cenário nos centros urbanos não ser tão grave, nas grandes metrópoles a falta de planejamento urbano aumenta a desigualdade de acesso da população a serviços públicos considerados essenciais.
Setor estima que, até 2030, vai responder por 10% da matriz energética, apesar do cancelamento de leilão.
Dividido em três grandes capítulos, o Informe 2016 traz informações relevantes sobre o estado da arte dos recursos hídricos no Brasil, relacionando-as com a disponibilidade hídrica e a gestão em território nacional.
Em 2014, Itaipu havia perdido a posição de líder mundial de produção anual de eletricidade em decorrência da crise hídrica enfrentada pelo Brasil por causa da seca que atingiu grande parte do país, pelo segundo ano consecutivo.
De acordo com as pesquisas, apesar de a indústria classificar as cápsulas como objetos recicláveis, a reutilização do material é, hoje, praticamente inviável no Brasil.
A Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE) informou que a geração de energia eólica no Sistema Interligado Nacional (SIN) cresceu 52,7% de janeiro a outubro de 2016 ante o mesmo período do ano passado, de 2.343 MW médios para 3.577 MW médios.
Dados apresentados na Comissão Especial de Obras Inacabadas mostraram que todas as 1.725 obras fiscalizadas pelo Tribunal de Contas da União (TCU) apresentavam irregularidades graves, o que representa 73,9% do pacote.