Racionamento de água pode ser agravado no Distrito Federal
A situação de racionamento de água pode piorar. A crise que afeta o DF tende a se agravar com a chegada do período de seca, que se estende abril a setembro.
A situação de racionamento de água pode piorar. A crise que afeta o DF tende a se agravar com a chegada do período de seca, que se estende abril a setembro.
Empresa pública é responsável por aplicar o racionamento de água. Em nota, companhia diz que não cabe a ela calcular próprios gastos; 'desrespeito', afirma especialista.
A medida será adotada porque a Adasa reduziu a quantidade de água captada pela empresa nos reservatórios para abastecer o Distrito Federal.
O número supera em quase 15% a expectativa inicial da Caesb, que estimava uma economia de 400 litros por segundo.
É o que revela um levantamento da CBN. A companhia apresentou três versões para justificar o aumento do consumo até descobrir que empresa foi vítima de erro de leitura de hidrômetro em uma das unidades.
Além da interrupção do fornecimento de água, moradores do DF terão a pressão da água reduzida a partir de 30 de janeiro.
Com a medida, a companhia espera uma redução de consumo de 5 a 10% de acordo com a localidade.
A Adasa diz garantir que todos serão afetados igualmente, sem preferência para regiões ou faixas de consumo. Hospitais, hemocentros, centros de diálise e estabelecimentos de internação coletiva não serão afetados.
Segundo a Caesb, a retomada do abastecimento se deu em função do equilíbrio do sistema com as primeiras chuvas, a redução do consumo de água, a melhoria nos níveis das captações isoladas e as manobras técnicas realizadas diariamente pela companhia, desde o dia 10 de setembro.
O Ministério Público de Contas (MPC-DF) ofereceu representação ao Tribunal de Contas (TDCF) para que examine denúncia de terceirização de atividades na área de atuação da Companhia de Saneamento Ambiental do Distrito Federal (Caesb).